Morre um ídolo


O ex-goleiro Waldir Peres, ídolo do São Paulo e titular da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1982, faleceu na tarde deste domingo. Aos 66 anos de idade, foi vítima de infarto fulminante logo depois de almoçar, em Mogi Mirim, no interior paulista.

O ex-jogador não sofria com nenhuma doença, segundo familiares, mas reclamou de azia e falta de ar logo depois de comer. Foi levado ao hospital 12 de Julho, mas não resistiu. Não era casado e deixa dois filhos e uma filha.

Nascido em Garça (SP), Waldir surgiu na Ponte Preta, mas foi para o São Paulo em 1973, aos 22 anos. Ficou no clube por quase 11 anos, destacando-se como defensor de pênaltis – teve atuação fundamental na conquista do Campeonato Brasileiro de 1977. Ganhou ainda os Paulistas de 1975, 1980 e 1981.

Waldir Peres foi o segundo jogador com mais partidas pelo São Paulo. Atuou em 617 partidas, acumulando 300 vitórias, 195 empates e 122 derrotas. Só é ultrapassado por Rogério Ceni, que atuou em 1237 jogos.

Waldir saiu do Tricolor paulista em 1984 e, até se aposentar, cinco anos depois, defendeu América-RJ, Guarani, Corinthians, Portuguesa, Santa Cruz e Ponte Preta. Voltou a ser campeão somente em 1988, ganhando o Estadual pelo Corinthians.

Defendeu a Seleção Brasileira entre 1975 e 1982, ano em que foi titular no Mundial da Espanha no qual o time de Telê Santana, com nomes como Falcão, Zico e Sócrates, ficou marcada pelo bom futebol apresentado, mesmo eliminada ao ser derrotada pela Itália antes das semifinais da competição.

Do Lance

Uma chuva de gols na Ilha do Retiro

Foi um banho! Literalmente. Sob forte e ininterrupta chuva, o Sport venceu o Atlético-GO por 4×0, nesta quinta-feira (20), na Ilha do Retiro, pela 15ª rodada do Brasileirão. O resultado recolocou o Leão no G-6, a zona de classificação à Libertadores. Os rubro-negros subiram para a quinta colocação, com 24 pontos.

O Sport volta a campo no domingo. Encara o Palmeiras, às 16h, na Arena de Pernambuco. Trata-se de um confronto direto pelo G-6. No momento, os palmeirenses somam 23.

O JOGO

Em um gramado encharcado por conta da forte chuva, a vontade prevaleceu em detrimento da técnica no primeiro tempo. Nesse quesito, os rubro-negros foram indiscutivelmente superiores. Cada bola foi disputada como se fosse “a bola da vida”. E nessa imposição na base da força, o Sport construiu uma cômoda vantagem antes do intervalo.

A vitória começou a se desenhar logo no primeiro lance. Mena cruzou rasteiro da esquerda e achou livre no meio da área o volante Patrick, que mandou com frieza para o fundo da rede aos 6 minutos. Foi o primeiro gol do camisa 88 pelo Leão. Daí em diante, um verdadeiro “monólogo” rubro-negro, com várias chances em sequência.

De tanto pressionar, o Sport achou seu segundo gol aos 18. Mais uma vez, o lance nasceu nos pés do chileno Mena, que cruzou na medida para Diego Souza cabecear para o fundo da rede: 2×0. Foi o 33º do camisa 87 pelo Leão em Brasileiros, que empatou com o ex-atacante Leonardo como o maior artilheiro do Clube na história da Série A.

Oito minutos depois, Diego Souza quase ampliou. O meia deixou para trás o marcador, invadiu a área e deu uma “cavadinha” para superar Klever, mas o goleiro conseguiu dar um tapa e impedir um golaço. Só que aos 40, ele nada pôde fazer. Depois de cobrança de falta da direita, André apareceu entre os zagueiros para escorar para o fundo da rede: 3×0.

No segundo tempo, o gramado ficou ainda mais pesado e os atletas encontraram dificuldades para fazer a bola rolar. Assim, os lances ofensivos se tornaram raros. Mas quando a chuva deu uma trégua, o Leão ampliou. Aos 35 minutos, Rithely lançou André, que bateu com categoria encobrindo o goleiro goiano. Golaço e fim de papo na Ilha. Sport 4×0.

FICHA DO JOGO

SPORT: Agenor; Samuel Xavier, Ronaldo Alves, Durval e Mena (Sander); Patrick, Rithely e Diego Souza (Rodrigo); Everton Felipe, Rogério (Lenis) e André. Técnico: Vanderlei Luxemburgo.

ATLÉTICO-GO: Klever; André Castro, Gilvan, Roger Carvalho e Breno Lopes; Marcão (Heleno), Igor e Paulinho (Andrigo); Jorginho, Niltinho (Silva) e Walter. Técnico: Doriva.

Local: Ilha do Retiro. Árbitro: Dewson Freitas da Silva (PA). Assistentes: Hélcio Araújo e José Ricardo Coimbra (ambos do PA). Gols: Patrick, aos 8 minutos do 1º tempo; Diego Souza, aos 18 do 1º; e André, aos 40 do 1º. Cartões amarelos: Rithely e Everton Felipe (S); e Igor (A). Público: 9.748 torcedores. Renda: R$ 194.049,00.

Do Site Oficial / Foto: Williams Aguiar/Sport Club do Recife

Morre Padre Edwaldo Gomes, da Paróquia de Casa Forte

Após 26 dias hospitalizado, o padre José Edwaldo Gomes, 85 anos, pároco da Igreja Sagrado Coração de Jesus, em Casa Forte, na Zona Norte do Recife, morreu na noite desta quarta-feira (19). O sacerdote deu entrada no Hospital Memorial São José no último dia 22 de junho.

O velório terá início na manhã desta quinta-feira (20), na Igreja de Casa Forte, Zona Norte do Recife. O enterro será no mesmo dia, no jazigo da Arquidiocese de Olinda e Recife no Cemitério de Santo Amaro, região central da capital pernambucana.

História

José Edwaldo Gomes foi ordenado padre em 1956 e, desde 1970, era pároco da Igreja do Sagrado Coração de Jesus. Ele fundou, há 36 anos, a Creche Menino Jesus, que abriga crianças de 4 a 6 anos. Dez anos depois, foi a vez da Casa da Criança Marcelo Asfora, que acolhe crianças de 7 a 14 anos, em sua maior parte oriunda da creche. As duas instituições estão localizadas em Casa Forte.

O padre nasceu em 1931, no município de Barra de Guabiraba, Zona da Mata de Pernambuco, filho de uma família com onze irmãos. Edwaldo ingressou no Seminário de Olinda aos 13 anos e foi ordenado aos 25.

O pároco exerceu várias funções na Arquidiocese de Olinda e Recife antes de ser nomeado por dom Hélder Câmara para a Igreja de Casa Forte. Lá, Edwaldo se tornou conhecido pelas ações sociais e pela realização da Festa da Vitória Régia, que arrecada dinheiro para as instituições e já faz parte do calendário de eventos do Recife.

A jornalista Vera Ferraz, que escreveu o livro “Um Padre Nosso”, lançado ano passado sobre a trajetória do padre Edwaldo, lamentou a perda. “Nós sentimos muito, mas também temos que ver que o sofrimento dele foi enorme, ele foi um heroi”, comenta.

“Além de ser um dos mais longevos párocos de uma paróquia pernambucana, ele fazia o que poucas igrejas fazem”, continua a jornalista. “Padre Edwaldo foi muito especial e uma das coisas que mais me admirava nele é que, apesar da idade, ele era um padre muito atual, muito ligado e preocupado com os jovens”, disse.

Da FolhaPE

Mouse vertical promete ser ideal para proteger seu pulso

Por Caio Barsot

O Delux é um mouse com formato bem diferente do esperado, mas que promete solucionar problemas antigos de quem joga ou trabalha no PC. Ergonômico, o acessório é vertical, com aparência que até lembra um joystick. Segundo a fabricante Delux Mouse, o dispositivo é ideal para quem pratica e-sports ou passa longas horas no computador.

Após bater a meta de financiamento no site Indiegogo, o mouse tem data de entrega prevista para agosto de 2017. Com preço de US$ 63 (cerca de R$ 200, no câmbio atual, sem calcular impostos), o Delux Vertical Mouse tem frete gratuito para o Brasil, o que serve para deixar o custo do aparelho mais interessante.

O mouse chega em duas opções: com ou sem fio. Além disso, o acessório tem botões localizados em posição fácil de alcançar com os dedos, como teclas de localização, roda scroll e comandos para baixo e para cima. Com frequência de 500 Hz e DPI de 800 a 2.400, o Delux wireless é alimentado por pilhas AA, que duram cerca de oito meses. Enquanto isso, o Delux com fio tem de 800 a 4.000 DPI.

Segundo a fabricante, o mouse é construído em uma posição que não sobrecarrega a musculatura do pulso, o que pode ser melhor para uso durante longas horas. O Delux Vertical Mouse é direcionado a gamers que praticam e-sports ou usuários que trabalham pelo PC e precisam de mais conforto sem perder a produtividade.

Com design que parece com o de joyticks, o mouse tem aparência estilosa, com detalhes coloridos (na versão com fio) – em padrão de cores RGB – ou linhas cromadas (no modelo wireless). O acessório tem tamanho de 9,8 x 9,4 x 14,8 cm e peso de 210 g. O mouse tem ainda uma base ergonômica removível, para os usuários que preferem mais agilidade.

Atendentes com síndrome de Down comandam Chefs Especiais Café

Por Priscila Camazano

Com tantas cafeterias novas surgindo, é difícil achar alguma com uma proposta diferente. Por isso, é mais que bem-vinda a chegada do Chefs Especiais Café, que se autodenomina o primeiro café inclusivo do Brasil. Ali, os atendentes são, em sua maioria, portadores de síndrome de Down. E o menu, estampado atrás do balcão, avisa: aqui se oferece respeito, oportunidade, amor e inclusão.

A inspiração para a casa, recém-inaugurada na rua Augusta, veio de um café semelhante de Dublin, na Irlanda. Por aqui, os funcionários são alunos do Instituto Chefs Especiais, escola de gastronomia que, desde 2006, oferece cursos para quem tem a síndrome.

Como o café, que fica na Rua  Augusta, em São Paulo, foi inaugurado há pouco mais de um mês, os funcionários contam com a ajuda de supervisores, mas a ideia é que, com o tempo, eles ganhem autonomia.

Para evitar o mau hálito, cuide sempre de sua saliva

Todas as pessoas sofrem com o mau hálito em alguns momentos da vida, especialmente na primeira hora da manhã. São muitas as causas dessa moléstia, e uma das principais é a diminuição da saliva.

O líquido que temos na boca é um antisséptico natural. Além de possuir substancias antibacterianas, a saliva ajuda no enxague da faringe, diminuindo os resíduos de bactérias e alimentos. Quanto mais ressecada está a boa, pior fica o hálito. É possível que o mau hálito causado pela diminuição da saliva seja notório principalmente:

Pela manhã, quando o fluxo de saliva praticamente é interrompido durante o sono.
Quando a pessoa está desidratada, pois neste caso não produz tanta saliva.
Por algumas doenças que afetam as glândulas salivares.
Por alguns medicamentos, que diminuem a produção de saliva.

Do JS Conteúdo

Hugh Laurie, o ‘Dr. House’, de volta à TV

O ator Hugh Laurie é sinônimo de House (2004-2012), série em que viveu um médico genioso e de humor peculiar. Após um ótimo trabalho na minissérie The Night Manager, pela qual ganhou um Globo de Ouro neste ano, Laurie encara o desafio de novamente interpretar um médico na TV, agora na pele de um neuropsiquiatra covarde, falido e inseguro em Chance, estreia do canal Fox Premium 2 deste sábado (8), às 22h30.

A série exibida nos Estados Unidos pela plataforma Hulu não é um primor, mas merece ser acompanhada devido à boa atuação de Laurie e à transformação vivida pelo seu personagem. Eldon Chance é um médico mediano de San Francisco, que lida com uma crise financeira e um divórcio justamente ao atingir a meia-idade.

Chance leva uma vida cheia de marasmo, com zero empolgação. Mas tudo muda assim que passa a prestar mais atenção em uma de suas pacientes, Jaclyn Blackstone (Gretchen Mol). Ela sofre de distúrbios mentais, e Chance tenta entender como resolver isso, e parte da suspeita de Jaclyn ter uma dupla personalidade.

O drama ganha ares de história policial após o médico saber da relação abusiva de Jaclyn com seu marido, o policial marrento Raymond (Paul Adelstein, de Prison Break). Junto com um rapaz misterioso, Darius “D” Pangle (Ethan Suplee), Chance embarca no submundo da cidade e precisa deixar a covardia de lado se quiser de fato ajudar a sua paciente a se recuperar.

O médico abandona o consultório e, aos poucos, assume uma identidade de detetive. Vai atrás de pessoas e documentos para descobrir quem é Raymond, usando até recursos de espionagem. Pangle entra na jogada para fazer o trabalho sujo necessário, como sair na porrada com alguém. Chance foge dessas situações de confronto e personifica uma pessoa medrosa.

Baseada no livro homônimo, lançado em 2014, Chance foi adaptada para a TV pelo autor da publicação, Kem Nunn, e pela produtora Alexandra Cunningham, com experiência em Nova York Contra o Crime (1993-2005) e Roma (2005-2007). A primeira temporada tem dez episódios e a segunda já está confirmada.

Do NTv

A importância da cor nas garrafas de vinho

Por Elmano Marques

O material utilizado para a elaboração das garrafas de vinho é o vidro, por ser resistente a ação de microorganismos e ácidos, fácil de higienizar e suscetível de obter a forma, a tonalidade e volume desejado. Em função da coloração que o vidro adote, o vinho pode evoluir de maneiras distintas. Na garrafa de vidro verde o vinho evoluirá de maneira mais lenta que o faria em uma garrafa de vidro transparente, uma vez o vidro verde tem uma capacidade muito maior de filtrar diferentes radiações de espectro do que o vidro incolor. Inicialmente foi a casualidade quem determinou a coloração do vidro para a confecção das garrafas de vinho.

Os primeiros vidros eram de cor âmbar por que a matéria prima que era utilizada pelos sopradores de vidro tinha muitas impurezas, motivo pelo qual eram obrigados a usar purificantes como o manganês que conferia tonalidades escuras ao produto final. Na atualidade, no entanto, a cor das garrafas de vinhos está vinculada a questões de marketing epodem variar desde o translúcido perfeito(para ressaltar a cor, os matizes e os reflexos dos vinhos) a tons de verde e amarelo.

As cores empregadas tradicionalmente são:

Em Bordeaux : garrafas de verde escuro para os vinhos tintos; verde claro para os vinhos brancos e secos e translúcidos para os vinhos doces.
Na Borgonha e Rhône: garrafas verde escuro
Na Alsacia e na região de Mosel: garrafas verde claro e algumas de cor âmbar.
No Novo Mundo: garrafas verde escuro para os vinhos tintos e garrafas translúcidas para os vinhos brancos.

Do

Educação pernambucana perde o professor Jorge Alves

Morreu nesta quinta-feira (6), no Recife, o professor de Literatura Jorge Alves. Dono de uma cultura geral vasta, transformava suas aulas em experiências de um conhecimento sólido e, ao mesmo tempo, fascinantes.

Alves trabalhou em diversas escolas do Recife, entre elas os colégios Marista, Contato e São Luis e, no fim dos anos 90, juntamente com outros educadores, fundou o Colégio NAP, onde trabalhava até os dias atuais.

O velório está acontecendo na Funerária São Sebastião, à Rua Pedro Afonso, 470, sala 2, Santo Amaro (em frente ao IML), de onde, ao meio-dia desta  sexta-feira (07) sairá o cortejo em direção ao Cemitério Parque das Flores, em Tejipió, local do sepultamento.