Portal da Picanha responde reclamação de leitora

Em resposta à reclamação da leitora Carla Santina, neste blog, a Administração do Restaurante Portal da Picanha esclarece que respeita todos os seus clientes, pois eles são o nosso bem mais precioso. O estabelecimento comercial sempre prezou por atender de melhor maneira os seus clientes, servindo-lhes produtos de qualidade e cumprindo o que estabelece a legislação vigente, em especial o que estabelece o Direito do Consumidor.

Desta forma, informamos que já entramos em contato com a reclamante e esclarecemos todo o mal entendido, inclusive pedindo-lhe desculpas pelo fato ocorrido e devolvendo os valores dos pedidos por ela efetuados. Finalizando, informamos que adotamos todas as medidas para que tais fatos não tornem a acontecer.

Relembre o caso
Gato por lebre no Portal da Picanha, no Rosarinho

Gato por lebre no Portal da Picanha, no Rosarinho

Considerando que um filhote de gato persa com pedigree custa até R$ 2 mil, enquanto a venda de uma lebre reprodutora, regulada pelo Ibama, não rende um décimo disso, pode-se dizer que o ditado está errado. Mas ele surgiu na Espanha medieval, onde a carne era escassa e a malandragem abundante.

O registro mais antigo do sentido clássico, ser ludibriado em uma transação, é de um livro de 1611, Tesoro de la Lengua, do espanhol Sebastián de Covarrubias. Relatos dessa época mostram que pedir uma carne e ser servido com um prato pior era uma preocupação constante dos viajantes. (Aliás, gato e lebre, servidos decepados, são bem parecidos.)

Por aqui, em pleno século XXI, a malandragem ainda perdura em alguns estabelecimentos, como é o caso do Restaurante Portal da Picanha, no bairro do Rosarinho, Zona Norte do Recife, denunciado pela internauta Carla Santina.

Ela relata que nos dias 28/12/2016 e 01/01/2017 fez um pedido de um executivo de picanha, através do aplicativo IFood. Na descrição de ambos, a carne viria acompanhada de 01 porção de arroz branco, 01 porção de batatas fritas e 01 porção de feijão verde.

Ao receber o pedido no primeiro dia, observou que a porção de feijão verde fora trocada por uma de feijão macassar. Estranhou, mas achou que poderia ter havido um mero engano na preparação da embalagem. Porém da segunda vez, resolveu reclamar ao gerente do estabelecimento, mas a resposta que teve foi irônica: -“A gente coloca feijão macassar mesmo, ao invés do verde, como anunciamos. Nem se quer feijão verde temos na casa”.

Indignada, a internauta fez uma reclamação na time line da fan page do restaurante no Facebook, mas a publicação foi apagada. E por fim, pediu providências ao proprietário da casa, por se tratar de um crime contra a legislação consumerista.

O caso também foi denunciado ao IFood e aos órgãos de proteção ao consumidor.

Cliente denuncia Laça Burguer do Shopping RioMar por não emitir nota fiscal

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Um tema bastante frequente na vida do consumidor. Não raras as vezes que o fornecedor de bens ou serviços negam a nota fiscal ao consumidor. O motivo pode ser variado, desde querer fugir de impostos a negar a prestação do serviço ou do bem de consumo.

Todavia a prática é combatida pela Lei n.º 4.729, que diz ser crime sonegar a nota. Para o Fisco, a emissão da nota fiscal é importante, pois garante o pagamento total dos tributos.

Para o consumidor a nota fiscal é importante também, mas para garantir seus direitos estampados no CDC. Trata-se de comprovar que ele pediu pelo serviço e que isso foi realizado. Trata-se de comprovar que ele comprou tal produto e que tal produto foi entregue.

A nota fiscal é um direito do consumidor e um dever do comerciante. A sua falta pode separá-lo do direito à garantia do produto, do direito à restituição ou à troca no caso de vícios, falhas ou defeitos.

Foi o que aconteceu com a leitora Maria Lima, que neste sábado (05/03/16) estava no Shopping RioMar, no bairro do Pina, Zona Sul do Recife, quando resolveu almoçar na Lanchonete Laça Burguer (C2B Comércio Alimentício Ltda).

Ela relata que, após pagar pelo pedido, verificou que a atendente do caixa não havia entregue a nota fiscal, apenas o comprovante de pagamento feito pelo cartão de crédito. Após questionamento e exigência de que lhe fosse entregue a referida nota, inclusive, por necessitar da mesma para efetuar a troca pelo cupom da promoção Liquida Recife, a funcionária do caixa disse que o sistema estava com problema e que a nota não poderia ser emitida.

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“Mais uma vez informei à mesma que aquilo era sonegação de imposto, que meu direito de consumidora estava sendo lesado e que, sem a emissão da nota fiscal, aquele estabelecimento não poderia estar funcionando até que o sistema fosse normalizado. Questionei ainda, se não poderiam me fornecer uma nota fiscal avulsa manual ou uma eletrônica, que fosse enviada para meu e-mail, mas não teve acordo, o máximo que poderiam fazer era cancelar o meu pedido”, disse a leitora.

Para a Secretaria da Fazenda, o fornecedor que negar a emissão da nota fiscal ao consumidor deverá ser denunciado ao Órgão. A negação na emissão do documento é crime com cuja pena é detenção, de seis meses a dois anos, e multa de duas a cinco vezes o valor do tributo.

O caso foi denunciado pela leitora na Ouvidoria Online da Sefaz/PE.

“Se não tem condições, não atenda”

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Por Gabriel Diniz

Quando a casa não tem condições de disponibilizar metade do estabelecimento para um evento fechado e deixar a outra metade para o público em geral, é melhor que não o faça. Se reserve no direito apenas de atender à festa.

É com esse pensamento que alguns clientes do Skillus Classic, na Ilha do Leite, Centro de Recife, desistiram de serem atendidos na noite deste sábado (09). “Não tinham condições! Passamos mais de uma hora esperando mesa, mesmo indicando à pessoa que organizava a entrada que haviam várias desocupadas. Depois que conseguimos entrar, um século para passar as pizzas. Sem falar dos garçons das bebidas, que ninguém os viam. Desistimos”, reclamou um dos clientes insatisfeitos.

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“Na noite deste sábado, a casa recebeu uma confraternização de uma empresa de cosméticos. Separou uma área para a festa (como vocês podem ver, na foto que tiramos) mas, esqueceu de informar aos garçons e demais funcionários que os outros clientes também precisavam serem atendidos. Se não conseguem receber um evento e ao mesmo tempo atender bem os demais clientes, que se reservem apenas no direito de ficarem com o evento. Esperamos mais de uma hora para arrumarem uma mesa, e quando conseguimos, nenhum garçom passou em nossa mesa, por mais de 10 minutos, por isso fomos embora”, conta outro casal descontente.

A coluna enviou reclamação ao estabelecimento e aguarda posicionamento.

Bonaparte responde reclamação de leitor

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O Restaurante Bonaparte, através de sua Coordenação de Franquias, respondeu à reclamação do leitor Gabriel Lima, publicada na coluna “Botando pra Torar”, no último dia 15. Segundo o leitor, atendido na unidade do Shopping RioMar, a caixa do estabelecimento não deu desconto por o prato escolhido por ele estar incompleto, mas queria cobrar a mais, pela substituição do molho que estava em falta.

Abaixo, a resposta do restaurante.

“Prezado Gabriel, bom dia!

Primeiramente queremos agradecer o envio do e-mail reclamatório a nossa Central do Grupo Bonaparte referente ao Bonaparte Shopping Rio Mar – PE. São clientes como o senhor que nos dão Feedback das nossas lojas contribuindo para o nosso crescimento. Realmente a prática exercida nesse fato não corresponde ao nosso padrão, prezamos pela qualidade de atendimento e alimento em toda nossa rede. Já entramos em contato com o franqueado, para que possa tomar as devidas providências e nossos superiores também estarão averiguando o ocorrido. 

Deixo esse canal de comunicação aberto. Sempre a disposição!

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Relembre o caso:
Falta fidelização ao cliente no Bonaparte do Shopping RioMar

Falta fidelização ao cliente no Bonaparte do Shopping RioMar

Foto Ilustrativa

Por Gabriel Lima

Tem funcionário de restaurante que parece desconhecer o significado da palavra fidelização. O estabelecimento que não cativa seus clientes, tem sérias chances de perdê-lo de uma vez por todas.

No noite do último sábado (12), fui ao Bonaparte do Shopping RioMar. Pedi um prato de Maminha Malibu (cortes de maminha grelhada ao molho Barbecue). A atendente do caixa informou que o molho Barbecue estava em falta e que eu teria duas opções, caso o prato fosse mesmo aquele a ser escolhido.

Ou ficaria com a maminha sem o molho Barbecue, ou poderia substituí-lo por qualquer outro molho. Até ai, tudo bem. O problema é que para substituir o molho que estava em falta, eu teria de pagar por fora o molho substituto.

Ora, se não havia desconto por o prato estar incompleto, de acordo com o cardápio apresentado, porque pagar por fora pela forçada substituição?

Somente pelo descaso da funcionária, acabei escolhendo outro restaurante para jantar.

São fatos como estes que, muitas vezes não chegam ao conhecimento do proprietário, que afastam os clientes dos estabelecimentos.

Fica a dica.

Foto: Ilustrativa

No rodízio do Boizzão da Av. Caxangá, cliente passa 40 minutos sem ver ‘a cor da carne’

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Por Cecília Lima

O que tinha tudo para ser uma sexta-feira tranquila, aproveitando a noite para conhecer um restaurante que ainda não havia ido, transformou-se em frustração no momento que escolhi o Boizzão Churrascaria, localizado na Avenida Caxangá, no bairro da Iputinga, Zona Oeste do Recife.

Cheguei por volta das 21h. A casa estava cheia. havia uma confraternização no salão que fora dividido em dois. No lado de lá (evento), um DJ tocava funk no último volume. No lado de cá, clientes tentavam conversar falando alto, pois o som da música (de péssimo gosto) os impedia de falar num tom mais moderado.  O barulho era insuportável.

De pronto, estranhei o fato de não ter ninguém à porta para receber os clientes. Fui entrando, até que um senhor perguntou para quantas pessoas seria a mesa. Como éramos um casal, ele nos conduziu a uma mesa para dois.

Logo apareceu um garçom, para saber se o rodízio era de carne ou de pizza, e tomar nota do pedido de bebidas, que chegaram em seguida.

Feito isso, começamos a esperar as carnes em nossa mesa. Mas, por incrível que pareça, após 40 minutos, sem ver ‘a cor de uma carne’, chamamos o gerente, fizemos a reclamação e pedimos a conta (dos dois refrigerantes).

Pensamos que ele ia pedir desculpas pelo ocorrido e tentar solucionar o problema, mas não o fez. Informou apenas que cada refrigerante em lata custava R$ 6,90 (pasmem!) e que a conta teria dado R$ 13,80.

Pagamos e fomos embora, na certeza de que, naquele local, nunca mais voltaremos.