Com marido à venda, mulher atrai legião de interessadas

Teresa Turner sofre de misofonia (pouca tolerância a sons). O marido, Rob, insistia em assistir a um vídeo em volume alto. Irritada, Teresa decidiu adotar uma medida drástica: põr “o marido à venda” em uma página de classificados no Facebook!

A mulher postou uma foto de Rob e escreveu.

“Tenho um marido de 33 anos que não é mais necessário por me deixar nervosa. Não quero dinheiro, é de graça. Ele é domesticado e treinado para usar o banheiro”.

Na verdade, Teresa queria angariar a simpatia e a solidariedade dos seus amigos – e amigas – na rede social com o seu “drama”. Só que o tiro saiu pela culatra. Várias interessadas solteiras surgiram para “comprar” Rob. Em poucas horas…

Tudo cancelado, rapidamente.

Rob continua morando com Teresa. Ela, por sua vez, vai pensar duas vezes antes de voltar a anunciar o “produto”. Pode ser que consiga mesmo vendê-lo.

Do Gazeta On Line

Atendentes com síndrome de Down comandam Chefs Especiais Café

Por Priscila Camazano

Com tantas cafeterias novas surgindo, é difícil achar alguma com uma proposta diferente. Por isso, é mais que bem-vinda a chegada do Chefs Especiais Café, que se autodenomina o primeiro café inclusivo do Brasil. Ali, os atendentes são, em sua maioria, portadores de síndrome de Down. E o menu, estampado atrás do balcão, avisa: aqui se oferece respeito, oportunidade, amor e inclusão.

A inspiração para a casa, recém-inaugurada na rua Augusta, veio de um café semelhante de Dublin, na Irlanda. Por aqui, os funcionários são alunos do Instituto Chefs Especiais, escola de gastronomia que, desde 2006, oferece cursos para quem tem a síndrome.

Como o café, que fica na Rua  Augusta, em São Paulo, foi inaugurado há pouco mais de um mês, os funcionários contam com a ajuda de supervisores, mas a ideia é que, com o tempo, eles ganhem autonomia.

Saiba como controlar medo e desconfiança no seu trabalho

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Por Daniela do Lago

Existem muitas pessoas que adoram assustar as outras. Quando levamos um susto, temos uma descarga rápida de adrenalina, geralmente seguida por uma boa gargalhada. Mas, no ambiente corporativo, as coisas não funcionam assim. Não gostamos de levar sustos no trabalho. O medo que contamina o ambiente corporativo não é rápido. Ele permanece, minando a produtividade e gerando suspeitas.

Esse tipo de medo destrutivo pode infectar o ambiente até mesmo em tempos de prosperidade. E, a partir do momento em que o medo se instala, é difícil expulsá-lo.

A consultora Lynn Taylor realizou uma pesquisa de opinião nos EUA em que 76% dos trabalhadores disseram ficar temerosos quando o chefe fecha a porta da sala. Não quando o chefe anuncia uma demissão. Tampouco quando o chefe conduz uma audiência disciplinar. Não, 76% das pessoas têm medo quando o chefe simplesmente fecha a porta!

Se o fato de fechar uma porta pode ter esse efeito, imagine o tipo de medo que outras atitudes podem despertar. Por mais surpreendente que possa parecer, alguns chefes trabalham para gerar medo. Alguns veem essa atitude apenas como uma das facetas do prazer do poder. Outros acreditam que um pouco de medo motiva as pessoas. Não é verdade. Quanto mais cedo você puder eliminar esse tipo de negatividade do seu ambiente de trabalho, melhor.

O que você pode fazer para ajudar a amenizar o medo?

Elimine o sarcasmo: Existe muito sarcasmo no seu ambiente de trabalho? Onde há sarcasmo, normalmente existe medo, porque o sarcasmo transforma as pessoas em alvo do ridículo. Você pode eliminar essa fonte de medo abolindo piadas e comentários sarcásticos do seu ambiente de trabalho. Comece pelo seu repertório, deixando claro que você não vai tolerar qualquer tipo de sarcasmo da parte dos outros também.

Discuta o indiscutível: Quais são as questões “indiscutíveis” no seu ambiente de trabalho? Todo lugar tem: funcionários que recebem tratamento diferenciado, políticas que não são seguidas, gerentes que inspiram medo. Pergunte a todos ao seu redor sobre as questões indiscutíveis e ouça atentamente o que eles têm a dizer. Quanto mais discutimos sobre um determinado assunto, menos fantasias negativas temos a respeito das consequências que podem acontecer.

Seja exemplo: Adote o comportamento que você gostaria de ver. Transforme o medo em respeito utilizando os erros como oportunidade de crescimento.

Use o humor: O humor é uma ótima maneira de desarmar as pessoas e fazer com que elas se lembrem do que você está dizendo. Portanto, não deixe o humor em casa. É uma ótima válvula de escape para o medo. Lembre-se apenas de não zombar dos outros. Não precisa: você vai se surpreender até aonde o humor o levará.

Sentir medo no trabalho pode limitar sua proatividade e capacidade de ter ideias novas e criativas. Você teme tanto as consequências de suas possíveis atitudes que estaciona sua carreira. Pratica a chamada auto-sabotagem. Faz com que não arrisque como poderia e isso fatalmente vai comprometer seus resultados. É um círculo vicioso.

O medo faz parte da vida de todos nós e precisamos ter atitude corajosa. Busque falar bastante sobre assuntos que o deixam inseguro. Assim, saberá a real dimensão e o desafio que terá que enfrentar.

Xixi na cama após os 5 anos pode ser sinal de problema

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Por Melissa Diniz

Após o desfralde e até que complete cinco anos, é comum que a criança tenha certa dificuldade para segurar a urina durante a noite. A fase é parte normal do desenvolvimento infantil e precisa ser encarada com naturalidade e paciência. Após essa idade, uma avaliação médica se faz necessária para verificar se o escape de xixi não é indicativo de algum problema de saúde, como infecção urinária ou insuficiência renal.

“Primeiro, aprende-se a controlar o xixi durante o dia e, depois, durante o sono. O controle esfincteriano noturno ocorre de seis a 12 meses após o diurno”, explica a pediatra Eliane Garcez da Fonseca, do Departamento Científico de Pediatria Ambulatorial da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria).

Não é raro que, nessa fase de aprendizado, ocorra a superficialização do sono sem haver o despertar, por isso acontece de a criança sonhar que está no banheiro e acabar soltando o xixi na cama.

Segundo a especialista, a incontinência urinária durante o sono depois dos cinco anos chama-se enurese noturna. “Após essa idade, se a criança se sente envergonhada e há repercussões negativas em sua vida social [como evitar convites para dormir na casa de amigos], existem boas opções de tratamento medicamentoso”, diz a médica.

Estima-se que 10% das crianças em idade escolar façam xixi na cama, sendo que 50% delas apresentam histórico familiar do problema. “Se um dos pais teve enurese, o risco de o filho também ter é de 44%. Se os dois pais tiveram, as chances aumentam para 77%.”

De acordo com Eliane, quando o quadro aparece isoladamente, denomina-se enurese noturna monossintomática. Mas também é possível que surja associado a outros sinais e sintomas, tais como incontinência diurna, aumento ou diminuição da frequência urinária, dificuldade para iniciar ou manter o jato, infecção urinária, alteração de marcha (dificuldade para andar), baixa estatura e vômitos frequentes.

“Esses sintomas são sinais de alerta para os pais. Uma avaliação médica é essencial para diferenciar um quadro mais simples de um mais grave”, diz.

A médica afirma que pesquisas recentes têm apontado uma maior prevalência da enurese entre pacientes com TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade) e TOD (Transtorno de Oposição e Desafio), condição em que a criança tem um comportamento desafiador diante de figuras de autoridade.

Porém, essa não é uma relação de causa e efeito, são considerados comorbidades (quando duas doenças ou distúrbios estão relacionados). Nesses casos, o tratamento de uma condição ajuda na resposta ao tratamento da outra.

Causas emocionais
Para a psicoterapeuta junguiana Sâmara Jorge, especialista em orientação de pais, a forma como a família lida com o desfralde pode interferir negativamente no comportamento da criança. “Há pais que ficam bastante ansiosos com esse momento e cobram muito do filho e de si mesmos. Ficam bravos, repreendem ou colocam fraldas para não ter trabalho durante a noite. Isso confunde a criança e pode aumentar seu medo e ansiedade por não corresponder às expectativas.”

Sâmara explica que fatores emocionais costumam estar presentes, sobretudo na chamada enurese secundária, quando a criança já adquiriu o controle do esfíncter e regride, voltando a fazer xixi na cama. Mas podem também influenciar nos casos de enurese primária, quando a criança nunca adquiriu o controle.

“Não é raro que crianças apresentem a enurese em situações de estresse. Separação dos pais, morte de alguém querido, mudanças, entrada na escola, chegada de um irmãozinho e tantas outras circunstâncias podem acarretar o problema”, diz.

Antes de atribuir uma causa emocional, aconselha a psicoterapeuta, é preciso descartar a existência de problemas físicos por meio de uma avaliação médica minuciosa.

Lidar com a enurese pode ser uma tarefa difícil para a família. Por isso, informação e orientação são essenciais. “Em primeiro lugar é preciso saber que a criança não faz xixi na cama porque quer. É um sofrimento para ela e motivo de vergonha também. Castigos, punições e piadas são a pior abordagem. Só levam a criança a se sentir mais ansiosa, incapaz e sem autoestima”, diz Sâmara.

Para a psicóloga, o indicado é explicar para a criança o que acontece e buscar uma solução. “Sentir o acolhimento e a empatia dos pais e familiares traz um alívio tão grande que, muitas vezes, já se percebem alguns sinais de melhora.”

Quando a situação não é bem conduzida pode levar a criança a desenvolver problemas de autoestima e socialização, tendendo ao isolamento. “É preciso tratar a questão com cuidado e delicadeza, evitando expor sua intimidade, contando para as pessoas que ela faz xixi na cama. Além disso, jamais compará-la com irmãos ou outras crianças.”

Outra dica da psicóloga é incentivar a criança a participar do processo de controle do xixi. “É importante que ela ajude a trocar a roupa de cama, sua própria roupa e ajude a colocar na máquina de lavar, por exemplo.”

Segundo a psicóloga, ao fazer isso, os pais devem ter cuidado para não dar a ideia de punição. “A criança precisa perceber que pode se cuidar, com a ajuda dos pais. Isso dará a ela uma sensação de autonomia e de que está crescendo e se responsabilizando por sua higiene, por si mesma, o que pode influenciar positivamente em sua autoestima.”

Medidas práticas para evitar que seu filho faça xixi na cama:

1 – Hidrate bem a criança durante o dia para que ela não sinta tanta sede à noite.

2 – Procure não dar muitos líquidos para a criança próximo da hora de dormir.

3 – Evite dar bebidas com cafeína à criança.

4 – Contribua para que a criança tenha uma alimentação saudável, rica em verduras, frutas e legumes, que melhoram o funcionamento do intestino. A constipação intestinal dificulta o controle urinário.

5 – Estabeleça uma rotina para a criança, incluindo uma ida ao banheiro para fazer xixi e escovar os dentes, imediatamente antes de deitar. Deitar de bexiga vazia aumenta capacidade de armazenar a urina produzida durante a noite.

6 – Reconheça e elogie os dias em que a cama amanhece seca, mas é preciso acolher e dizer que está tudo bem também nos dias em que isso não acontece.

7 – Se necessário, busque a ajuda de um psicólogo.

Ninar é diferente de chacoalhar o bebê

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Por Thamires Andrade

Uma notícia publicada pelo jornal chinês “People’s Daily” de que uma menina de sete meses morreu enquanto era ninada colocou os pais em alerta. Segundo a publicação, o pai segurava a filha no colo em uma cadeira de balanço quando ela começou a espumar pela boca. Ela foi declarada morta ao chegar no hospital e diagnosticada como vítima da síndrome do bebê sacudido, quando a criança sofre lesões cerebrais por ser balançada com força. No entanto, segundo os pediatras ouvidos pela reportagem, um simples ninar não é capaz de causar esse tipo de dano neurológico.

A síndrome do bebê sacudido acontece em casos de movimentações bruscas. Segundo a neuropediatra Silvana Frizzo, às vezes, os adultos, desesperados com o choro da criança, acabam balançando-a com força pelos braços, em um movimento para frente e para trás, sem apoio da cabeça. Ainda que não existam dados da incidência da síndrome no Brasil, ela é a segunda causa de morte em crianças nos Estados Unidos.

Como o volume cerebral do bebê é desproporcional ao corpo, o órgão fica “solto” dentro da caixa craniana. “Quando a criança é chacoalhada, acontece um processo de aceleração e desaceralação, provocando a ruptura dos vasos presentes no sistema nervoso central e na retina”, explica a pediatra Flávia Nassif.

O movimento, de fato, faz com que ela pare de chorar, no entanto, os sintomas da síndrome começam a aparecer. “A criança pode ter um quadro confusional –caracterizado por sonolência, convulsão ou agitação–, sangramento na retina ou hemorragia intracraniana “, afirma Flávia.

A orientação, segundo Luci Yara Pfeiffer, do Departamento de Segurança da Criança e Adolescente da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria), é levar a criança imediatamente a um pronto-socorro infantil, de preferência que possua uma UTI neonatal, para iniciar o tratamento das sequelas.

“Em muitos casos, a criança não aguenta as lesões e morre. No entanto, as que sobrevivem podem ficar cegas, com paralisa cerebral, dificuldades motoras e cognitivas, retardo mental, dificuldades de sociabilização e aprendizado, além de crises convulsivas para o resto da vida. Tudo depende da intensidade do sangramento e do tempo que ela demorar para chegar a um serviço de emergência”, declara Silvana.

Outra medida para evitar a síndrome, é evitar brincadeiras bruscas com os filhos. “Jogar a criança para cima ou para um outro tio de brincadeira pode gerar uma descompensação cerebral. Todo movimento brusco com a cabeça da criança pequena deve ser evitado”, afirma a pediatra do Departamento de Segurança da Criança e Adolescente da SBP.

Bullyng: agressor precisa de tanta atenção quanto a vítima

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Por Beatriz Vichessi

É comum que educadores e pais se mobilizem para acolher e escutar crianças e adolescentes que sofrem bullying. E não há nada de errado nisso. No entanto, o responsável pelas agressões também precisa de atenção.

“Quem agride ou oprime um colega a ponto de constranger ou machucá-lo repetidas vezes expressa muita fragilidade emocional e alto nível de sofrimento psíquico”, diz Karyn Bulbarelli, diretora educacional da Escola Lourenço Castanho, de São Paulo. Segundo Cátia Alves, coordenadora pedagógica do Colégio Graphein, também na capital paulista, o agressor, geralmente, sofre de baixa autoestima.

Somente punir o responsável pelo problema não ajuda a acabar com a situação. É preciso investir na educação de todos, para evitar que as relações inadequadas se formem ou se prolonguem.

Educadores têm se mobilizado para fazer campanhas a respeito e, desde fevereiro, está em vigor a lei que instituiu o Programa de Combate à Intimidação Sistemática em todo o território nacional.

O objetivo principal do programa é prevenir e combater a prática de bullying no Brasil. Uma das ações possíveis é fazer um trabalho minucioso e profundo de compreensão para reverter a situação, o que inclui conversas claras com os envolvidos, além de trabalhos com os alunos que estão ao redor.

Acolha o agressor

Para acolher a criança ou adolescente que faz bullying, antes de mais nada, é essencial não pré-julgá-lo e permitir que ele expresse seus sentimentos. Muitas vezes, a fala do agressor é surpreendente e revela problemas em casa, medos e vergonhas. Para se defender e tentar revidar o que o agride, ele ataca os colegas.

É evidente que, ao ser chamado para conversar com um adulto, ele tende a não se abrir de imediato. Por isso, é fundamental validar os sentimentos dele –mas não as ações, claro–, para que ele se sinta acolhido e seguro.

“Não podemos calar, isolar e marginalizar quem comete bullying. Precisamos fazer com que ele se envolva com o grupo de forma positiva, ajudá-lo a se colocar no lugar do outro e a se sensibilizar”, fala Edith Rubinstein, psicopedagoga e mestre em psicologia e diretora do Centro de Estudos Seminários de Psicopedagogia, de São Paulo.

Uma estratégia eficiente –cada vez mais comum em escolas– são as reuniões com alunos em que um educador atua como mediador. São baseadas na ideia de círculos restaurativos –abordagem colaborativa e pacificadora para resolução de conflitos empregada em diversas situações (familiar, escolar, profissional etc.).

Cátia explica que quando, além do agressor e da vítima, a conversa envolve outros colegas de turma, colocações pertinentes são feitas. De acordo com ela, pelo fato de estarem fora do problema, distantes da tensão emocional, é mais fácil para eles ajudarem.

No mais, ao envolver os indivíduos ao redor na resolução do problema, muito pode ser investigado, já que o problema nem sempre está restrito a quem comete bullying e a vítima. “O agressor pode ser porta-voz de um grupo, que assiste de forma silenciosa à situação”, afirma Cátia.

Conforto e descrição são fatores fundamentais para causar uma boa impressão no dia-a-dia

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Escolher peças para usar no ambiente profissional não é uma tarefa fácil. Exagerar nas escolhas que compõem o look pode acabar chamando mais atenção do que se deve. Para que isso não aconteça, é necessário usar o bom senso e apostar em peças clássicas, uma vez que nunca saem da moda. Pensando nisso, grifes investem cada vez mais em itens que possam ser utilizados, sem perder a classe e o estilo.

O clima do ambiente é o primeiro passo a ser levado em consideração. Se o lugar for mais formal, é possível fazer uma combinação poderosa mesmo sem extravagância, apostando em um look discreto. Já se o ambiente for mais informal, nada impede de usar um acessório mais extravagante e abusar um pouco das cores. Pensando nisso, uma grife está oferecendo modelos atemporais para mulheres contemporâneas e maduras, que prezam por conforto e qualidade.

A marca oferece peças coringas e versáteis que ajudam a compor looks casuais e clássicos para qualquer ocasião. “Procuro garimpar culturas e me inspirar, trazendo a referência para as peças. Junto com minha equipe, acompanho desde a escolha da cartela de cores à análise dos tecidos e acabamentos”, comenta a estilista Keila Benício.

Outro aliado é o bom senso. No que diz respeito aos pés, algumas opções são essenciais para se ter no armário. O clássico escarpin preto, por exemplo, arrematam bem qualquer produção. O Peep toe também é uma boa aposta. Femininos, vão bem com calças jeans de corte reto, bermudas de alfaiataria e saias sequinhas. Para o verão, os destaques são as rasteirinhas, sapatilhas e sapatos coloridos. Confortáveis, as opções dão um charme a mais para o visual e podem ser usados em qualquer ocasião, a qualquer hora do dia.

Baba, vômito ou regurgitação? Entenda o que acontece com seu bebê

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Por Melissa Diniz

Diversos fatores contribuem para que os bebês babem, principalmente entre os três e 12 meses de vida. O médico José Gabel, membro do Departamento de Pediatria Ambulatorial da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria), afirma que babar é normal e, em geral, não representa problema de saúde.

Segundo o pediatra, a salivação excessiva é causada pelo próprio desenvolvimento neurológico e bucal da criança, que baba por ainda não ter coordenação para deglutir a quantidade de saliva produzida.

Chamado de sialorreia ou ptialismo, o aumento da quantidade de saliva também pode ser causado pela erupção dental. Gabel explica que, preparando-se para o nascimento dos dentes, a gengiva do bebê produz uma reação inflamatória, ficando inchada, o que predispõe a uma maior salivação.

Problemas como refluxo gastroesofágico (doença digestiva em que os ácidos estomacais voltam pelo esôfago), aftas, resfriados, caxumba, amidalites e outras infecções, e ingestão de alimentos ácidos também provocam aumento da saliva.

Em casos mais graves, distúrbios neurológicos, funcionais e anatômicos podem aumentar a propensão para babar, causando a alteração no controle dos músculos orofaciais.

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Refluxo natural ou patológico?

Diferentemente da baba, em que a criança expele apenas saliva, na regurgitação ou golfada há a eliminação do conteúdo gástrico, mas sem esforço nenhum dos músculos e, principalmente, sem sintomas. “As golfadas são muito comuns para a grande maioria dos bebês nos primeiros quatro meses de vida e não alteram o crescimento nem o ganho de peso.”

Segundo o médico, não é necessário alterar a rotina da criança por conta da regurgitação nem dar de mamar novamente.

“O refluxo fisiológico deve ser tratado somente com medidas posturais e dietéticas, a fim de controlar a quantidade de vezes que a criança regurgita, evitando complicações.”

De acordo com Gabel, regurgitações frequentes podem levar a lesões erosivas dos dentes (desgaste do esmalte dentário pela diminuição do pH bucal). Em raros casos, podem provocar tosse ou náuseas e vômitos.

Como medidas preventivas, o especialista sugere fazer uma elevação da cabeceira da cama em um ângulo de 30º a 45º e colocar o bebê deitado do lado esquerdo.

Também contribuem para evitar a regurgitação o aleitamento materno exclusivo e o fracionamento das mamadas, que devem realizadas com a criança em posição semielevada.

Além disso, é importante fazer o bebê arrotar após mamar, evitar balançá-lo ou mesmo andar de carro.

De acordo com o pediatra, quando o refluxo esofágico é patológico, mesmo com fome, o bebê não consegue mamar. “Ele ganha pouco peso e tem dificuldade para dormir ou tem o sono interrompido por engasgos e dor.”

Nesse caso, durante a amamentação, a criança pode “brigar com o peito”, ou seja, mama apenas alguns minutos e depois se arqueia para trás e começa a chorar.

“Acontece também de o bebê querer mamar o tempo todo, porque o leite materno alivia o desconforto e a azia. Às vezes, a criança não elimina o leite que, no entanto, volta até uma parte do esôfago, causando dores e falta de apetite.”

Gabel explica que o diagnóstico de doença do refluxo gastroesofágico é complexo e não pode ser feito com apenas um exame. “Todos esses sintomas podem aparecer em conjunto ou isoladamente.”

Vômitos

Se na regurgitação a criança elimina o conteúdo gástrico com facilidade, no vômito, há esforço e desconforto. “Ele vem acompanhado de náuseas, sudorese, mal-estar e, em algumas vezes, de febre. Precisamos ficar atentos porque nem todo bebê que vomita tem refluxo, no entanto, muitos bebês com refluxo vomitam.”

Vômitos são eventuais e não devem acontecer frequentemente. “Casos recorrentes devem ser avaliados pelo pediatra para verificar a existência de doenças orgânicas e alterações anatômicas na criança.”

Após o vômito, o médico sugere aguardar 30 minutos e oferecer líquidos frios em pequenos volumes, aos poucos, à criança. “Depois disso, pode-se voltar à dieta habitual, oferecendo alimentos em pequenas quantidades.”

Os pais devem ficar atentos à existência de febre alta, manchas na pele, fortes dores abdominais, prostração, vômitos com sangue e sinais de desidratação, como língua e lábios secos, choro sem lágrimas, e ausência de urina por mais de seis horas. Na presença desses sintomas, é preciso procurar um pronto-socorro.

Meninas são mais próximas do pai

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Por Taty Bruzzi

Você já deve ter escutado falar que as filhas costumam se identificar mais com os pais do que com as mães. E, de acordo com especialistas, isso tem fundamento.

Segundo Freud, o pai da Psicanálise, o Complexo de Édipo consiste em explicar a identificação do filho com a mãe, que seria a figura do sexo masculino mais próximo dela.

Sendo assim, o princípio seria o mesmo no caso das meninas. Então, de acordo com profissionais, a psicanálise explica a existência de um triângulo amoroso. Neste caso, a menina vê a mãe como sua concorrente pela atenção do pai.

Por outro lado, os especialistas explicam que enquanto o pai lida com o filho com mais firmeza e rigidez, com a filha ele tende a ser mais doce e liberal. Isso se enquadra em uma relação na qual se permite mais.

Em compensação, parte da culpa dessa relação entre pais e filhos se dá por influência da sociedade machista na qual vivemos e que ainda trata a mulher como “sexo frágil” e permite enxergar a filha como “namoradinha do papai”.

Assim, no dia a dia o tratamento costuma ser diferenciado. Se a filha chora por qualquer motivo, ela deve ser acolhida pelo pai que faz de tudo para acalmá-la. Já com o filho, na maioria das vezes isso pode não ocorrer.

Entretanto, de acordo com a análise de psicólogos, o pai não deve ser culpado uma vez que sua atitude é feita inconscientemente. Sua natureza acha normal que o menino cresça forte, enquanto que por ser mais frágil a menina irá contar sempre com a sua proteção.

A proximidade entre pais e filhas também ocorrem pela afinidade. Preferências, gostos e manias entre eles. Desta forma, quando o pai tem um tempo livre para ficar com a filha ele irá aproveitá-lo fazendo atividades que agradam aos dois como, por exemplo, ir à praia ou ao parque, tocar um instrumento ou ainda assistir ao jogo do time de coração dos dois.

Os médicos explicam que uma menina muito elogiada pelo pai quando criança tende a tornar-se uma adulta bem vaidosa. Na concepção da jovem, ela deve estar sempre bonita principalmente para agradar ao pai e a opinião dele é muito importante pra ela.

Para psicólogos, o casal precisa viver bem. Do contrário, a filha pode se sentir culpada pelo pai ter mais carinho com ela do que com a esposa. Isso gera insegurança na criança, fazendo-a se sentir mal toda vez que quiser ser carinhosa com o pai.