Restaurante dá desconto pelo tamanho dos seios das clientes


Um restaurante chinês deixou muita gente revoltada ao oferecer descontos para mulheres de acordo com o tamanho de seus seios. Localizado em um shopping na cidade de Hangzhou, o Trendy Shrimp colocou em sua fachada um cartaz indicando que quanto maior os seios, menos a cliente paga.

“A cidade inteira está procurando por seios”, dizia o anúncio. A “promoção” fez com que a população local fizesse uma reclamação formal no conselho municipal e uma das mulheres mais bravas afirmou que “este conteúdo está envolvido em uma publicidade vulgar. Além disso, é uma discriminação contra as mulheres”.

O cartaz foi colocado no dia 1 de agosto e removido após a grande quantidade de reclamações. O gerente da loja, Lan Shenggang, disse que houveram comentários negativos de pessoas mais velhas e que a nova geração achou a ideia divertida.

Ele continua afirmando que o número de clientes aumentou em 20% e que “algumas das garotas que atendemos estavam muito orgulhosas – elas não tinham nada a esconder”.

Do Yahoo Notícias

Pensar em sexo deixa você mais inteligente


Por Thiago Perin

Já viu essa? A dica é do pessoal da Universidade de Amsterdã (Holanda).

Primeiro, eles fizeram parte dos voluntários, homens e mulheres, pensarem em sexo. Depois, colocaram todo mundo para resolver problemas de lógica e matemática. E, surpresa, o desempenho dos que estavam com ideias safadinhas na cabeça foi melhor.

É que, segundo os cientistas, quando pensamos em sexo, nosso cérebro ativa uma área “projetada” pela evolução para ajudar a gente a se reproduzir. Daí em diante, começamos a prestar mais atenção nas outras pessoas, a achá-las especialmente atraentes, a tentar identificar sinais de interesse sexual quando flertamos com alguém, e por aí vai.

Essas mudanças mentais, que acontecem naturalmente para favorecer a reprodução, intensificam a nossa atenção e o nosso foco nos detalhes, o que deixa a percepção mais afiada e acaba favorecendo também o raciocínio, explica o estudo. Olha que beleza.

O “Reino” é do queijo

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Por Fernando Rodrigues

O Queijo do Reino é com certeza o primeiro produto lácteo brasileiro que se confunde com os primórdios da industrialização profissional de laticínios do país. A cronologia da produção de leite no Brasil é bastante simples e se inicia praticamente no inicio da colonização, após o descobrimento e se intensifica no ciclo da mineração os quais há registros da introdução do queijo “mineiro”, uma adaptação dos queijos produzidos na região da Serra da Estrela, Portugal. O queijo de Minas consolida-se aos passos e caminhos da estrada real, percurso que ligava os portos do Rio de Janeiro às terras ricas das minas gerais, a partir da descoberta das minas de Ouro Preto e mais adiante das Minas do Ouro do Sêrro Frio e Tucambira, mais tarde Arraial do Ribeirão das Lavras Velhas, declarada em 1729 oficialmente Arraial do Tejuco, Comarca do Sêrro do Frio, futura Diamantina.

Na segunda metade do século XIX, o gado Holandês é introduzido na raiz da serra da Mantiqueira, atual região que engloba municipios como Antônio Carlos, Barbacena, Santos Dumont, Bias Fortes, utilizando o vocabulário atual, pelo empreendedor português, Carlos Pereira de Sá Fortes.

O Queijo do Reino surge originário do holandês Edam introduzido pelo mestre queijeiro Alberto Boeke, um holandês que vislumbrou a região da Mantiqueira como uma região propicia para produção de queijos. Boecke associou-se a Sá Fortes resultando em 1888, na primeira fábrica de laticínios do Brasil, a Companhia de Laticínios da Mantiqueira, com equipamentos importados da Holanda e introduzidos pelos ilustríssimos mestres queijeiros Gaspar Jong, João Kingma e J. Etienne, os quais ficam raízes definitivas no Brasil. A origem da expressão “do Reino” era corriqueira e atribuída aos produtos oriundos de Portugal, via de importação de grande parte do que se consumia no país. O tradicional processo de embalagens em latas de folhas de flandres atribui-se ao fato de que os queijos viriam para o Brasil em porões de navios e, portanto, a embalagem na lata os protegeria durante o longo percurso de travessia do Atlântico.

Até pouco tempo, nos tempos atuais, os métodos de produção continuavam intocáveis, com a utilização de “soro fermento”, princípio ativo da fermentação lática e formação das características (atribuídas a cepas nativas) somadas ao processo de maturação em temperatura ambiente (20 a 22ºC), por um período de até 90 dias. Atualmente devido a um maior cuidado na produção de alimentos, visando principalmente a segurança alimentar, inúmeros ajustes e adequações tiveram que serem implementados, provavelmente descaracterizando um pouco o tradicional Queijo do Reino. Com certeza é na região do começo das Vertentes com a Zona da Mata Sul em Minas Gerais, onde se elabora o Queijo do Reino.

Sexo como pagamento de aulas de auto escola

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O governo da Holanda esclareceu que é legal instrutores (as) de autoescolas oferecerem aulas em troca de sexo, desde que os alunos (as) sejam maiores de 18 anos. No entanto, é ilegal oferecer sexo em troca do serviço.

Os ministros dos Transportes, Melanie Schultz van Haegen, e da Justiça, Ard van der Steur, abordaram o tema em resposta a uma pergunta apresentada no Parlamento por um membro do partido conservador União Cristã. A dupla observou que, apesar da atitude ser ‘indesejável’, oferecer aulas de condução com o sexo como forma de pagamento não é ilegal.

Em uma carta ao Parlamento os ministros ressaltaram: “Não é sobre o oferecimento de atividades sexuais mediante remuneração, mas o oferecimento de uma aula de condução”.

“A iniciativa cabe ao instrutor de condução, e centra-se em oferecer uma lição de condução, com o pagamento previsto em atos sexuais. A prostituição é configurada quando um ato sexual é oferecido em troca de pagamento financeiro”, concluem os ministros na carta.

Recentemente cresceu no país a procura por as aulas de condução em troca de sexo, ou “um passeio para um passeio”, como a prática tem sido apelidada.

(Com informações da Rede TV)

Você sabia que o sanduíche foi inventado graças ao bridge?

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Muita gente come. Muita gente gosta. Muita gente inventa novos tipos a cada dia. Mas muita gente não sabe que devemos essa maravilha da culinária a um jogo de baralho tipicamente inglês.

O sanduíche foi inventado em 1762, pelo conde de Sandwich, Lorde John Eduard Montague. Ele gostava tanto de bridge, um jogo de cartas, que não parava nem para comer. Refeições de garfo e faca tiravam sua concentração. Por isso, pedia para comer pão, presunto e queijo, com o recheio servido entre dois pedaços de pão. Assim, além de não precisar de talheres, ele conseguia se alimentar sem sujar os dedos.

Do Terra