Jornalismo pernambucano perde Toni Almeida

Morreu na manhã deste sábado (13), no Hospital Maria Lucinda, na Jaqueira, o jornalista pernambucano Toni Almeida, 66 anos. Ele foi vítima de complicações após uma cirurgia, realizada na última terça-feira (09), para retirada de um câncer na próstata, diagnosticado no final do ano passado.

CARREIRA

Toni Almeida se destacou no colunismo social, onde atuou em diversos canais de comunicação. Também apresentou diversos programas de Tv relacionados ao tema. Seu último trabalho foi na Rádio Comunitária Tropical FM, onde apresentava um programa de notícias.

DESPEDIDA

O velório do jornalista Toni Almeida será neste domingo (14), a partir das 7h, no Cemitério Morada da Paz, em Paulista, Região Metropolitana do Recife, onde, a partir das 15h, acontecerá a cerimônia de cremação.

Toni Almeida era casado e tinha dois filhos.

Morre o colunista social Jotta Lagos

Morreu nesta sexta-feira (12), em Caruaru, vítima de um edema pulmonar agudo,  o colunista social Jotta Lagos aos 69 anos. Ele estava internado no hospital Santa Efigênia desde o início desta semana.

Jotta Lagos foi referência no colunismo social do interior de Pernambuco, onde atuou por quase 50 anos.

O velório e o sepultamento serão realizados neste sábado (13), no cemitério Parque dos Arcos, em Caruaru.

Infarto fulminante mata Djaay Geléia

Publicada às 19h30 (04/01/2018)
Atualizada às 13h (05/01/18)

Como no final de uma música eletrônica, os bpm’s do coração de Alexandre de Melo, pararam de vez. Um infarto fulminante, por volta das 16h, em sua residência, no bairro da Imbiribeira, mudou o local da “próxima festa” do DJ Geléia.

Alexandre havia acabado de chegar em casa quando se sentiu mal e caiu, já sem vida. Ele estava acompanhado da mãe, relatou o também DJ, Rodrigo Pride, amigo de profissão.

Famoso por ter atuado em diversas casas do Recife e nas principais pistas de patinação, Geléia tinha 27 anos de profissão e atualmente utilizava o seu talento e alegria para animar festas infantis.

Nas redes sociais, amigos e fãs lamentam a cada instante a morte daquele que sempre trazia alegria e diversão.

O corpo de Geléia está sendo velado no Cemitério Parque das Flores, em Tejipió, Zona Oeste do Recife, onde será sepultado nesta sexta-feira (05), em horário a ser confirmado pela família.

O DJ tinha 50 anos e completaria 51, no próximo dia 09 de janeiro.

Morre Newton Carneiro

Morreu neste sábado, o ex-prefeito de Jaboatão dos Guararapes, Newton Carneiro, 92 anos. Carneiro estava internado no Hospital São Marcos, na Ilha do Retiro, área central do Recife, desde novembro, com quadro de insuficiência cardíaca.  Prefeito de Jaboatão duas vezes, entre 1996 e 1999 e entre 2004 e 2007, também foi vereador da capital pernambucana e deputado estadual por oito mandatos.

O velório será na Assembleia Legislativa de Pernambuco a partir das 14h deste sábado e o enterro, neste domingo no cemitério Memorial Guararapes, em Jardim Jordão, Jaboatão dos Guararapes.

Morre a atriz Eva Todor

Morreu em casa por volta das 8h50 (horário de Brasília) deste domingo a atriz Eva Todor, aos 98 anos. A informação foi confirmada por amigos da artista. A causa da sua morte foi pneumonia. Ela estava com os enfermeiros, empregados e o amigo Marcelo Delcima, que frisou que ela vinha sendo bem cuidada, recebendo toda a assistência, com visitas frequentes dos amigos e esteve doente ao longo de todo o ano. Ainda não há informações sobre o velório.

Eva Todor sofria de Mal de Parkinson e estava longe da TV desde a novela “Salve Jorge”, exibida em 2012. A última aparição pública da atriz foi em novembro de 2014, quando recebeu uma homenagem feita por amigos artistas no Teatro Leblon. Nascida na Hungria, Eva tem mais de 80 anos de profissão, com trabalhos no teatro e na televisão. A veterana começou a carreira nos palcos ainda criança, como bailarina.

BIOGRAFIA

Nascida como Eva Fodor, filha de judeus húngaros ligados ao meio artístico, Eva começou nos palcos ainda criança, como bailarina da Ópera Real de Budapeste. Por conta das dificuldades financeiras que a Europa enfrentava no período pós-Primeira Guerra, a família Fodor abandonou sua terra natal e emigrou para o Brasil, em 1929. No ano seguinte, com apenas onze anos, retomou carreira como bailarina, no Rio de Janeiro e começou a estudar dança clássica com Maria Olenewa, no Theatro Municipal. Foi quando adotou o sobrenome artístico de “Todor” no lugar do original Fodor, cuja pronúncia no Brasil remeteria a um palavrão.

Aos 12 anos, fez um teste para o Teatro Recreio e em 1934 estreou como atriz no espetáculo “Quanto Vale uma Mulher”, de Luiz Iglesias. Permaneceu na companhia e acabou por se casar com Iglesias em 1936, tornando-se a primeira atriz daquela companhia de revistas.

Naturalizou-se brasileira na década de 1940, quando Getúlio Vargas foi ver uma peça no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e ficou encantado. Foi ao camarim e perguntou a Eva Todor: “você quer ser naturalizada?”, o que aconteceu em seguida.

Em 1942, Eva Todor participou da peça “Deus Lhe Pague” no batismo cultural de Goiânia, a nova cidade planejada concebida para ser a capital estadual de Goiás. A peça ocorreu no recém-inaugurado Teatro Goiânia e contou com a presença do então presidente Getúlio Vargas e do governador Pedro Ludovico Teixeira. Eva assistiu de perto Vargas e Pedro Ludovico entregarem a chave da cidade para o novo prefeito, o Prof. Venerando de Freitas Borges.

Seu primeiro papel dramático foi em “Cândida”, de George Bernard Shaw, um dos maiores sucessos da temporada carioca de 1946, e que ficou quatro meses em cartaz. Seguiu-se no ano seguinte “Carta”, de Somerset Maugham.

Pela companhia “Eva e Seus Artistas”, que duraria até fins da década de 1950 passaram grandes nomes da cena teatral de então, como André Villon, Jardel Jércolis, Elza Gomes e Henriette Morineau. Em 1958 ficou viúva, o que a deixou muito mal por um tempo.

O estilo de atriz cômica de Eva seria abandonado em 1966, com a estreia do drama “Senhora da Boca do Lixo”, de Jorge Andrade, sob a direção de Dulcina de Moraes. O gênero cômico continua sendo seu favorito, mas a atriz abre o leque de sua interpretação em peças como “De Olho na Amélia” (Georges Feydeau), que lhe valeu o Prêmio Molière de melhor atriz em 1969, “Em Família”, de Oduvaldo Vianna Filho, com direção de Sérgio Britto, (1970); e “Quarta-Feira Lá em Casa, Sem Falta”, de Mario Brasini (1977).

No cinema, Eva estreou em “Os Dois Ladrões” (1960), produção de Carlos Manga e um dos últimos filmes de sucesso do gênero das chanchadas. Ao lado de Oscarito protagonizou uma das mais célebres passagens do cinema brasileiro, a “cena do espelho”. Em 1964 atua em “Pão, Amor e… Totobola”, de Henrique Campos. Nesse mesmo ano de 1964, casa-se pela segunda vez, com seu noivo, com quem estava há alguns anos, o diretor teatral Paulo Nolding, de quem ficou viúva em 1989, e de quem até hoje assina o sobrenome. O fato de ter ficado viúva duas vezes a abalou demais, tanto que não casou-se novamente. Apesar de ter tentado nos dois casamentos, a atriz não conseguiu ter filhos.

Mas seria na televisão que Eva Todor se tornaria mais famosa. Foram 21 trabalhos em telenovelas, minisséries e especiais. No gênero, seu papel mais marcante foi o de Kiki Blanche, na novela “Locomotivas” (1977).

Retomou a carreira cinematográfica quase 40 anos depois de seu último filme, protagonizando o delicado curta-metragem “Achados e Perdidos”, de Eduardo Albergaria, como uma mulher que recebe um carta de amor escrita para ela há mais de 50 anos. Eva Todor atua também em `Xuxa Abracadabra´, dirigido por Moacyr Góes. Seu filme mais recente foi “Meu Nome Não é Johnny”.

Em 2007, com 87 anos de idade, lançou seu livro de memórias, intitulado “O Teatro da Minha Vida”, escrito por Maria Ângela de Jesus.

Um dos últimos trabalhos na TV foi na novela Caminho das Índias, onde deu vida a divertida e amorosa Dona Cidinha. A atriz ficou triste por não poder aparecer nos últimos capítulos da trama de Glória Perez, em decorrer de fortes dores no estômago devido a uma hérnia de hiato, problema de saúde que sofria desde a infância. Eva precisou ser internada e passou por uma cirurgia, da que se recuperou rapidamente.

Foi convidada para reviver a personagem Kiki Blanche na nova versão de Ti Ti Ti. Eva fez a personagem numa participação especial, que fez na novela Locomotivas, em 1977.

Estava afastada da televisão e dos palcos por conta da Doença de Parkinson, que a deixou muito limitada. Sem familiares, vivia reclusa em sua casa, cuidada por enfermeiras.

Em março deste ano, Eva foi internada na clínica São José, no Humaitá, Zona Sul do Rio, por conta das complicações da doença.

Com informações do Extra

 

Morre o comentarista da palavra abalizada

Voz pausada, entonação perfeita. Uma opinião sempre equilibrada. Ontem, no início da noite, o baiano de Ilhéus, Luís Cavalcante, aos 87 anos, deixou a crônica esportiva pernambucana de luto. Ele faleceu no Hospital Albert Sabin, na Ilha do Leite, onde estava internado. O Comentarista da Palavra Abalizada, como ficou conhecido, deixou a esposa, dois filhos, além de netos e bisnetos. Há algum tempo, ele vinha lutando contra as consequências do diabetes e também um câncer de pulmão.

Luís Cavalcante começou a trabalhar em Pernambuco no ano de 1955, na Rádio Olinda, depois de iniciar a carreira na Rádio Cultura, de Ilhéus, em 1952. No Estado, marcou época primeiro como narrador e depois como comentarista, sendo um dos mais respeitados profissionais da área, num tempo em que pontificavam no Estado cronistas como Barbosa Filho e o locutor Ivan Lima.

Em sua trajetória, ele também prestou serviços à sua categoria, como presidente da Associação de Cronistas Desportivos de Pernambuco (ACDP). Na sua gestão, a ACDP conseguiu comprar a sala onde funciona até os dias de hoje, na Rua Solimões, Bairro de Santo Antônio, centro do Recife. O dinheiro para a compra do imóvel veio da realização de um torneio entre Náutico, Sport, Santa Cruz e América.

Durante 34 anos, ele emprestou sua voz à Rádio Jornal do Commercio. Com seis Copas do Mundo no currículo, Luis Cavalcante cobriu um Mundial de futebol pela primeira vez em 1974 na Alemanha. Sua participação em coberturas de Copa do Mundo encerrou-se na França, em 1998. Por sua notoriedade e serviços prestados ao futebol local, ele foi agraciado com os títulos de cidadão do Recife e de Pernambuco por Câmara de Vereadores e Assembleia Legislativa.

Da FolhaPE

Jornalismo perde Helena Beltrão

Morreu aos 73 anos, na noite desta segunda-feira (30), a jornalista pernambucana Helena Beltrão. Nascida em Cortês, na Mata Sul de Pernambuco, ela tratava um câncer e morreu em casa, no Rio de Janeiro, onde morava há 30 anos.

Helena Beltrão trabalhou na década de 70 na TV Globo do Recife, na revista Manchete e no Jornal do Brasil. Ainda foi diretora da TV Pernambuco, do governo do Estado, e dirigiu a TV Futura, da Fundação Roberto Marinho, além de ter sido assessora do Ministério de Minas e Energia.

Famílias e amigos lamentaram a morte da jornalista, que terá o corpo cremado no Rio de Janeiro. “Estamos muito tristes com a notícia. Helena era tia-avó dos meus filhos. Uma pessoa de raro caráter, emoção, calor humano, talento e competência. Tudo em grande medida. que Deus a guarde em sua misericórdia”, descreveu a também jornalista Etiene Ramos.
Da FolhaPE

Depois de tantas vírgulas, um ponto final

Atualizada às 0h05 (30/09)

A educação pernambucana perdeu, vítima de um infarto fulminante, nesta sexta-feira (29) uma de suas mais exemplares representantes, a professora de língua portuguesa e redação, Rosário Sá Barreto, 63 anos.

Filha de professor, desde criança Rosário tinha o sonho de ser professora. Deu aula nos principais colégios do Recife, entre eles o extinto Marista, da Conde da Boa Vista e São Banto, de Olinda, além de ter ministrado aulas em vários cursinhos pré-vestibular da cidade e universidades da Capital Pernambucana. Desde 1996 fazia parte do quadro docente da Instituto Federal de Pernambuco – IFPE, no núcleo de Pesqueira.

O velório acontecerá a partir das 13h, deste sábado (30/09/17), no Cemitério da Várzea, Av. Prof. Arthur de Sá, 762/846. Às 17h, acontecerá o sepultamento.

Cortou para a eternidade

Por Thiago Calil

O jornalista Marcelo Rezende morreu neste sábado (16), aos 65 anos, na zona sul de São Paulo. Um dos maiores nomes do jornalismo brasileiro, o apresentador da Record TV lutava contra um câncer no pâncreas e no fígado desde o final de abril. A informação foi confirmada pelo Hospital Moriah, onde estava internado desde terça-feira (12).

O velório acontecerá na Assembleia Legislativa de São Paulo, a partir das 10h de domingo (17).

Com a coragem que o acompanhou ao longo da vida, o jornalista anunciou em rede nacional que estava com a doença. Durante uma entrevista ao Domingo Espetacular no início de maio, horas antes de ser internado pela primeira vez, Rezende disse que encararia a doença de frente. O câncer agressivo o obrigou a deixar repentinamente o comando do Cidade Alerta, jornalístico que apresentava desde 2012. Foi nessa última etapa da carreira que Marcelo Rezende se reinventou como apresentador.

Entre denúncias e notícias sobre violência urbana, Marcelo Rezende encontrou espaço para o bom humor. Transformou os repórteres em personagens, deu apelidos à equipe técnica, colocou o comentarista Percival de Souza sentado num trono. Criou bordões que ganharam as ruas e já entraram para a história da TV brasileira. Um deles, o “corta pra mim”, virou título de sua autobiografia (Editora Planeta, 2013). Um breve resumo de uma vida rica de histórias.

Marcelo Rezende nasceu no Rio de Janeiro, em 12 de novembro de 1951, fruto de um casal de baixa renda. Filho de um bancário e uma funcionária da aeronáutica, decidiu, aos 16 anos, se mudar para a Bahia e viver em uma comunidade hippie.

Um ano mais tarde, ingressou no jornalismo por acaso, durante uma visita à redação do Jornal dos Sports, no Rio de Janeiro. Rezende tinha apenas 17 anos e foi convidado para trabalhar como repórter na cobertura de futebol. Foram o talento e as amizades que conquistou lá que o levaram para a Rádio Globo e, na sequência, O Globo. No jornal carioca, onde trabalhou por sete anos, teve a chance de ficar próximo do ídolo, Nelson Rodrigues.

Antes de chegar à televisão, o jornalista ainda passou pela revista Placar. Só então, em 1987, foi contratado como repórter esportivo pela TV Globo. Com pouco tempo na emissora carioca, migrou para o jornalismo investigativo – área que marcou a sua carreira profissional. Participou de coberturas importantes e saiu na frente em várias delas. Um exemplo é a investigação sobre a fuga de PC Farias, tesoureiro da campanha de Fernando Collor, em 1993. Mas a matéria de maior repercussão na carreira do apresentador foi um caso de violência policial na Favela Naval, em Diadema, na grande São Paulo. A denúncia feita por Rezende em 31 de março de 1997 no Jornal Nacionalcausou indignação no País, rodou o mundo e colocou os direitos humanos na pauta da sociedade. Pelo trabalho, Rezende recebeu os prêmios APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) e o Líbero Badaró.

No ano seguinte, o jornalista voltou a ser premiado no Líbero Badaró por uma denúncia de vendas de armas, também exibida no Jornal Nacional. Ele já havia conquistado, em 1994, o diploma de honra ao mérito do Festival de Filme e Televisão de Nova York pela reportagem Trabalho do Menor, exibida no Globo Repórter.

A estreia como apresentador foi no Linha Direta, em 27 de março de 1999. O jornalista participou ativamente do projeto que colocou o programa policial que reconstituía crimes praticados por foragidos da justiça de volta à grade da Globo – a primeira versão, feita em 1990, durou só quatro meses no ar. De acordo com a emissora carioca, Rezende dizia que “a proposta do Linha Direta era, desde o princípio, condenar a impunidade e retratar os casos policiais com o máximo de verossimilhança”. Isso era possível pois, além de contar histórias, a atração incentivava os telespectadores a denunciar o paradeiro dos criminosos ou fornecer pistas que ajudassem na solução dos casos. O jornalista trabalhou sete meses montando uma equipe de 50 profissionais para colocar o programa no ar.

Rezende deixou a Globo e, em 2002, foi para a Rede TV!, onde assumiu a apresentação do telejornal policial Repórter Cidadão.

Em 2004, foi contratado pela Record TV, como apresentador da primeira versão do Cidade Alerta. Ficou até 2006, quando foi contratado novamente pela Rede TV! para ancorar o RedeTV!News, principal jornalístico da casa. Deixou a emissora em 2008. Dois anos depois, estreava na Band no comando do Tribunal na TV – atração nos mesmos moldes do Linha Direta.

Ainda em 2010, Rezende voltou para a Record TV, como repórter especial do Domingo Espetacular. No ano seguinte, virou apresentador do Repórter Record. Mas, em 2012, Marcelo Rezende reassumiu o comando do Cidade Alerta e, com uma dose de irreverência, mudou o jeito de fazer programa policial na televisão brasileira. A inovação deu certo e fez história. Em setembro de 2015, o vespertino venceu por pelo menos três vezes o Jornal Nacional, fato até então inédito na televisão. Quando não ficava na frente, por várias vezes o Cidade Alerta empatava no período de confronto direto entre os dois noticiários. Um marco histórico, já que, desde a estreia, em 1969, o Jornal Nacional sempre teve a liderança isolada de audiência.

O sucesso foi interrompido pela descoberta do câncer agressivo, em exame realizado em 28 de abril. Mesmo após o diagnóstico, Marcelo Rezende apresentou três edições do programa e fez questão de não abandonar a legião de fãs. Durante o período em que esteve fora do ar, usou as redes sociais para se manter em contato com o público. Em todas as mensagens, passou demonstrações de confiança e fé.

Marcelo Rezende deixa cinco filhos e uma neta.

Atriz Rogéria morre aos 74 anos

A atriz Rogéria morreu aos 74 anos nesta segunda-feira (4), pouco depois de ser internada novamente em um hospital do Rio de Janeiro com novo quadro de infecção urinária. Sua morte foi confirmada pelo empresário Alexandro Haddad.

INTERNAÇÃO

Internada em julho, com fortes dores nas costas que indicaram infecção urinária, a atriz ficou por mais de duas semanas na UTI.

CARREIRA

Rogéria começou sua carreira como maquiadora da TV Rio, e ao conviver com inúmeros atores célebres teve o que descreveu como equivalente de uma estadia no Actors Studio, sendo estimulada a interpretar. Sua estreia ocorreu em 29 de maio de 1964, em um notório reduto gay de Copacabana, a Galeria Alaska.

Figura frequente no cinema brasileiro, participou também como jurada em vários programas de auditório nas últimas décadas, de Chacrinha a Gilberto Barros e também Luciano Huck.

Rogéria foi coreógrafa da comissão de frente da Escola de Samba São Clemente, representando Maria, a louca, num enredo que tratava dos 200 anos da vinda da família real ao Brasil. Em sua passagem, foi recebida com carinho pelo público.

Em 2016, lançou sua biografia Rogéria – Uma mulher e mais um pouco, de Marcio Paschoal

Entre as novelas de que participou estão “Tieta”, “Sai de Baixo”, “Desejo de Mulher”, “Duas Caras” e “Babilônia”.