Morre o radialista Aldo César

Pernambuco perdeu Aldo César, um dos seus radialistas mais ilustres, que morreu na noite desta quinta-feira (31), vítima de uma parada cardíaca durante uma cirurgia.

Afastado do rádio desde meados de março, após um AVC, há 15 dias ele sofreu um infarte e desde estão estava internado.

Natural de Garanhuns, o “Galeguinho”, como era carinhosamente chamado, trabalhou na Rádio 102 FM, Tamandaré AM, Recife FM e atualmente integrava a equipe da Clube FM, onde comandava vários programas, entre eles o Bom Dia Clube

Aldo deixa um filho, Igor César, de 15 anos, e a esposa Walma Lopes. Ele será sepultado hoje, às 15h, no cemitério Parque das Flores.

Ah, como era grande!!!

Morreu, na manhã desta quinta-feira (17) no Rio de Janeiro, o ator Paulo Silvino. O humorista tinha 78 anos e lutava contra um câncer.

Silvino estreou na TV Globo em 1966, apresentando um programa humorístico que satirizava a programação das emissoras de TV. Nos últimos anos ele fez sucesso como o porteiro Severino, em um quadro do Zorra Total.

O artista cresceu frequentando os bastidores do teatro e da rádio. Seu pai, o comediante Silvério Silvino Neto, conhecido por realizar paródias de figuras públicas no Brasil dos anos 1940 e 1950, levava o menino para acompanhar seu trabalho.

CARREIRA

Filho de Silvino Netto e Naja Silvino, não tardou a despontar para a carreira artística. Com 20 anos, ao lado de nomes como Altamiro Carrilho, Durval Ferreira e Eumir Deodato, lançou o LP Nova Geração em Ritmo de Samba, compondo e interpretando com sua voz abaritonada a maioria das canções, ainda sob o nome de Silvino Júnior.

Durante as décadas de 1960 e 1970, ampliou sua produção musical e teatral, escrevendo e atuando em peças e filmes. Passa pelas extintas TV Tupi, TV Continental, TV Rio e TV Excelsior.

Estreou na TV Globo em 1967, em TV Ó – Canal Zero e ganhou dois prêmios como o melhor comediante de televisão do ano. Desde então, apresentou e foi destaque em diversos programas de humor da TV Globo: Faça Humor, Não Faça Guerra, Satiricom, Planeta dos Homens, Balança Mas Não Cai, Viva o Gordo e Brasil Pandeiro. Em 1988, comandou inúmeras vezes o Cassino do Chacrinha, substituindo o Velho Guerreiro.

Esteve no SBT de 1989 a 1992, onde atuou em A Praça É Nossa e na Escolinha do Golias, com Ronald Golias. Participou da Escolinha do Professor Raymundo (1993 – 1995), na Globo, e da Escolinha do Barulho (1999), na TV Record.

De volta à Rede Globo, participou do programa Zorra Total, onde fez muitos personagens.

Seu humor era fortemente baseado em bordões e piadas de duplo sentido. Era, portanto, típico daquele que fez escola nos programas no qual atuou nos anos 60 e 70. São memoráveis o bordão do policial Fonseca, em quadro no qual contracenava com Jô Soares (“Guenta, doutor, ele gueeeeenta!!”), e, do porteiro Severino (“isso é uma tremenda bichona, seu diretor” e “Cara, crachá! Cara, crachá!”). O ator buscava a piada simples, mas de gosto popular, ao criar seus tipos, popularizando assim os bordões de seus personagens.

No cinema, participou de Um Edifício Chamado 200 (1973), Com a Cama na Cabeça (1973, autor do argumento), O Rei da Pilantragem (1968), Minha Sogra É da Policia (1958) e Sherlock de Araque (1957)

Após gravar seu primeiro LP e atuar em algumas novelas da TV Globo, Flávio Silvino teve sua carreira parcialmente interrompida em 2 de novembro de 1993 ao sofrer um grave acidente de carro que lhe causou danos cerebrais ao deixá-lo em coma durante 3 meses e meio.

Paulo Silvino fez parte do elenco de Zorra Total com seu personagem Severino, que participava do Strip Trem Quiz, e o Senador (Eu quero é mamar!!!). Com a mudança no Zorra Total, Silvino integrou o novo elenco do programa até o inicio deste ano.

O ator descobriu em julho de 2016 que tinha um endocarcinoma (câncer de estomago). Foi operado e desde estão lutava contra a doença.

Paulo Silvino deixou três filhos: Flávio Silvino, João Paulo Silvino e Isabela Silvino.

Do PlenoNews

Vai-se Luiz. Fica a Melodia.


Por Marina Rossi

O cantor carioca Luiz Melodia morreu nesta sexta-feira, aos 66 anos, em decorrência de um câncer de medula óssea, no Rio de Janeiro. Um dos maiores compositores brasileiros, Melodia é autor de sucessos da Música Popular Brasileira como Pérola Negra e Estácio, Holly Estácio, essa última uma homenagem ao local onde nasceu, o morro do Estácio.

Luiz Melodia se definia como um compositor “da perifa do Rio”. “Eu sou um compositor de tudo, mas [antes de tudo] sou um negro”, disse, certa vez, na casa do cantor Zeca Pagodinho, por quem tinha muita admiração. “Quando um compositor do porte do Zeca dá esta oportunidade é emocionante”, afirmou, sobre o sambista interpretar suas músicas. “A invisibilidade [do compositor] não importa”.

Após o diagnóstico do miolema múltiplo, nome técnico deste tipo raro de câncer no sangue, Melodia iniciou o tratamento com quimioterapia em abril deste ano. Em maio, porém, fora submetido a um transplante de medula óssea, pois não estava respondendo bem ao tratamento com quimioterapia. A cirurgia fora bem-sucedida, mas a doença não regrediu.

Enquanto esteve internado, sua casa na zona sul do Rio fora invadida por bandidos que levaram alguns pertences do cantor, incluindo o computador onde estava guardado todo seu acervo histórico, como a biografia em inglês, releases de lançamento de Pérola Negra, além de toda a discografia.

Luiz Melodia era casado com a compositora, cantora e produtora Jane Reis e era pai do rapper Mahal Reis.

Do El País

Morre um ídolo


O ex-goleiro Waldir Peres, ídolo do São Paulo e titular da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1982, faleceu na tarde deste domingo. Aos 66 anos de idade, foi vítima de infarto fulminante logo depois de almoçar, em Mogi Mirim, no interior paulista.

O ex-jogador não sofria com nenhuma doença, segundo familiares, mas reclamou de azia e falta de ar logo depois de comer. Foi levado ao hospital 12 de Julho, mas não resistiu. Não era casado e deixa dois filhos e uma filha.

Nascido em Garça (SP), Waldir surgiu na Ponte Preta, mas foi para o São Paulo em 1973, aos 22 anos. Ficou no clube por quase 11 anos, destacando-se como defensor de pênaltis – teve atuação fundamental na conquista do Campeonato Brasileiro de 1977. Ganhou ainda os Paulistas de 1975, 1980 e 1981.

Waldir Peres foi o segundo jogador com mais partidas pelo São Paulo. Atuou em 617 partidas, acumulando 300 vitórias, 195 empates e 122 derrotas. Só é ultrapassado por Rogério Ceni, que atuou em 1237 jogos.

Waldir saiu do Tricolor paulista em 1984 e, até se aposentar, cinco anos depois, defendeu América-RJ, Guarani, Corinthians, Portuguesa, Santa Cruz e Ponte Preta. Voltou a ser campeão somente em 1988, ganhando o Estadual pelo Corinthians.

Defendeu a Seleção Brasileira entre 1975 e 1982, ano em que foi titular no Mundial da Espanha no qual o time de Telê Santana, com nomes como Falcão, Zico e Sócrates, ficou marcada pelo bom futebol apresentado, mesmo eliminada ao ser derrotada pela Itália antes das semifinais da competição.

Do Lance

Morre Padre Edwaldo Gomes, da Paróquia de Casa Forte

Após 26 dias hospitalizado, o padre José Edwaldo Gomes, 85 anos, pároco da Igreja Sagrado Coração de Jesus, em Casa Forte, na Zona Norte do Recife, morreu na noite desta quarta-feira (19). O sacerdote deu entrada no Hospital Memorial São José no último dia 22 de junho.

O velório terá início na manhã desta quinta-feira (20), na Igreja de Casa Forte, Zona Norte do Recife. O enterro será no mesmo dia, no jazigo da Arquidiocese de Olinda e Recife no Cemitério de Santo Amaro, região central da capital pernambucana.

História

José Edwaldo Gomes foi ordenado padre em 1956 e, desde 1970, era pároco da Igreja do Sagrado Coração de Jesus. Ele fundou, há 36 anos, a Creche Menino Jesus, que abriga crianças de 4 a 6 anos. Dez anos depois, foi a vez da Casa da Criança Marcelo Asfora, que acolhe crianças de 7 a 14 anos, em sua maior parte oriunda da creche. As duas instituições estão localizadas em Casa Forte.

O padre nasceu em 1931, no município de Barra de Guabiraba, Zona da Mata de Pernambuco, filho de uma família com onze irmãos. Edwaldo ingressou no Seminário de Olinda aos 13 anos e foi ordenado aos 25.

O pároco exerceu várias funções na Arquidiocese de Olinda e Recife antes de ser nomeado por dom Hélder Câmara para a Igreja de Casa Forte. Lá, Edwaldo se tornou conhecido pelas ações sociais e pela realização da Festa da Vitória Régia, que arrecada dinheiro para as instituições e já faz parte do calendário de eventos do Recife.

A jornalista Vera Ferraz, que escreveu o livro “Um Padre Nosso”, lançado ano passado sobre a trajetória do padre Edwaldo, lamentou a perda. “Nós sentimos muito, mas também temos que ver que o sofrimento dele foi enorme, ele foi um heroi”, comenta.

“Além de ser um dos mais longevos párocos de uma paróquia pernambucana, ele fazia o que poucas igrejas fazem”, continua a jornalista. “Padre Edwaldo foi muito especial e uma das coisas que mais me admirava nele é que, apesar da idade, ele era um padre muito atual, muito ligado e preocupado com os jovens”, disse.

Da FolhaPE

Educação pernambucana perde o professor Jorge Alves

Morreu nesta quinta-feira (6), no Recife, o professor de Literatura Jorge Alves. Dono de uma cultura geral vasta, transformava suas aulas em experiências de um conhecimento sólido e, ao mesmo tempo, fascinantes.

Alves trabalhou em diversas escolas do Recife, entre elas os colégios Marista, Contato e São Luis e, no fim dos anos 90, juntamente com outros educadores, fundou o Colégio NAP, onde trabalhava até os dias atuais.

O velório está acontecendo na Funerária São Sebastião, à Rua Pedro Afonso, 470, sala 2, Santo Amaro (em frente ao IML), de onde, ao meio-dia desta  sexta-feira (07) sairá o cortejo em direção ao Cemitério Parque das Flores, em Tejipió, local do sepultamento.

Perdemos Nelson Xavier

O ator Nelson Xavier morreu, aos 75 anos, na madrugada desta quarta (10), em Uberlândia (Minas Gerais), em decorrência de um câncer.

Nascido em São Paulo em 1941, Nelson Agostini Xavier atuava há cerca de cinco décadas -fez inúmeros trabalhos na TV, no cinema e no teatro.

O ator fez filmes como “Os Deuses e os Mortos” (1970), de Ruy Guerra, “Dona Flor e seus Dois Maridos” (1976), de Bruno Barreto; e “A Queda” (1978), também de Ruy Guerra, que lhe rendeu um Urso de Prata no Festival de Berlim.

Em 2010 ganhou notoriedade ao protagonizar a cinebiografia sobre Chico Xavier em filme que leva o nome do médium.

Premiado como melhor ator no Festival do Rio em 2016, Nelson Xavier interpreta em “A Despedida”, filmes que estreia no próximo dia 25, personagem que, enquanto planeja seu retorno ao crime, se vira tentando emplacar máquinas caça-níqueis em botecos suburbanos e se envolve em situações tragicômicas.

O corpo do ator será levado ao Rio de Janeiro, onde deve ser cremado nesta quinta (11).

Da FolhaPE

Morre o ex-deputado Maurílio Ferreira Lima

Morreu na madrugada desta quarta-feira (03), o ex-deputado Maurílio Ferreira Lima, aos 76 anos. Vítima de problemas coronarianos, doença relacionada ao músculo cardíaco, ele estava internado há mais de dois meses em um hospital particular da cidade.

Maurílio Figueira Ferreira Lima era natural de Limoeiro, no Agreste. Nasceu em 29 de setembro de 1940. Formou-se em Ciências Jurídicas na Faculdade de Direito da Universidade do Brasil, atual Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), mas iniciou seus estudos na Faculdade de Direito do Recife. Ele deixou dois filhos e cinco netos. Foi oficial e chefe de gabinete do ex-governador Miguel Arraes (PSB) e exerceu mandatos como deputado estadual e federal pelo MDB e, posteriormente, pelo PMDB. Foi cassado pela AI-5 em 1968 e exilado na Argélia. Retornou ao Brasil em 1979.

O velório do parlamentar acontece a partir das 13h, no Cemitério Morada da Paz, em Paulista, onde o corpo será cremado às 19h.

Morre Chuck Berry, a lenda do Rock

Chuck Berry, uma das lendas do rock n’ roll, morreu neste sábado aos 90 anos. A informação foi confirmada pela polícia do Missouri, que respondeu a um chamado de socorro na casa de Berry, mas o guitarrista já não respondia mais aos cuidados médicos.

Ainda de acordo com a polícia, a família de Berry pede privacidade “neste momento de luto”. A causa da morte deve ser confirmada posteriormente.

Natural de St. Louis, no Missouri, Charles Edward Anderson Berry começou a tocar ainda novo, e já se apresentava em público quando cursava o ensino médio. Depois de ser mandado para o reformatório entre 1944 e 1947 por assalto a mão armada, casou-se e começou a trabalhar numa fábrica automotiva. Influenciado no início dos anos 1950 por blueseiros como T-Bone Walker, aventurou-se em trios e parcerias até chegar a Chicago em 1955, onde fez os contatos que lhe permitiriam seguir profissionalmente na música.

(Em De Volta para o Futuro, 1955 é também o ano em que Marty McFly toca “Johnny B. Goode” para uma plateia atônita com o “advento” do rock, e a citação de Chuck é completa numa menção a um fictício primo dele, Marvin Berry, que teria apresentado o riff de guitarra a Chuck pelo telefone.)

Numa época em que a música negra dos EUA se fazia com variações de blues, Chuck Berry começou a inovar trazendo para o R&B seus solos de guitarra e letras que falavam do dia a dia dos jovens, além de seu jeito único de performance, que mais tarde serviria de influência a outra geração, a de Elvis Presley. Até hoje rádios no mundo todo tocam as versões de Berry para clássicos do começo do rock, como “Maybellene” (1955), “Roll Over Beethoven” (1956), “Rock and Roll Music” (1957) e “Johnny B. Goode” (1958).

Do Omelete

Russo, ex-assistente de palco da Globo, morre aos 85 anos

Antônio Pedro de Sousa, o ‘Russo’, ex-assistente de palco da Rede Globo, faleceu aos 85 anos neste sábado. A notícia foi divulgada pela família e a causa da morte ainda é desconhecida pela imprensa.

O ex-assistente ficou conhecido pelos 46 anos em que contribuiu como ajudante de palco na Rede Globo, com passagens nos programas de Chacrinha, Faustão, Luciano Hulk, Xuxa e Angélica.