Mouse vertical promete ser ideal para proteger seu pulso

Por Caio Barsot

O Delux é um mouse com formato bem diferente do esperado, mas que promete solucionar problemas antigos de quem joga ou trabalha no PC. Ergonômico, o acessório é vertical, com aparência que até lembra um joystick. Segundo a fabricante Delux Mouse, o dispositivo é ideal para quem pratica e-sports ou passa longas horas no computador.

Após bater a meta de financiamento no site Indiegogo, o mouse tem data de entrega prevista para agosto de 2017. Com preço de US$ 63 (cerca de R$ 200, no câmbio atual, sem calcular impostos), o Delux Vertical Mouse tem frete gratuito para o Brasil, o que serve para deixar o custo do aparelho mais interessante.

O mouse chega em duas opções: com ou sem fio. Além disso, o acessório tem botões localizados em posição fácil de alcançar com os dedos, como teclas de localização, roda scroll e comandos para baixo e para cima. Com frequência de 500 Hz e DPI de 800 a 2.400, o Delux wireless é alimentado por pilhas AA, que duram cerca de oito meses. Enquanto isso, o Delux com fio tem de 800 a 4.000 DPI.

Segundo a fabricante, o mouse é construído em uma posição que não sobrecarrega a musculatura do pulso, o que pode ser melhor para uso durante longas horas. O Delux Vertical Mouse é direcionado a gamers que praticam e-sports ou usuários que trabalham pelo PC e precisam de mais conforto sem perder a produtividade.

Com design que parece com o de joyticks, o mouse tem aparência estilosa, com detalhes coloridos (na versão com fio) – em padrão de cores RGB – ou linhas cromadas (no modelo wireless). O acessório tem tamanho de 9,8 x 9,4 x 14,8 cm e peso de 210 g. O mouse tem ainda uma base ergonômica removível, para os usuários que preferem mais agilidade.

Facebook Stories começa a ser liberado para usuários

Depois de estrear o Facebook Stories – o clone do Snapchat Stories – na Irlanda em janeiro deste ano, a empresa de Mark Zuckerberg está começando a liberar o recurso para todos os usuários.

O Stories é um recurso que leva até o Facebook o recurso de imagens que desaparecem em até 24 horas, que foi popularizado pelo Snapchat e copiado por diversos outros aplicativos de mídia social e até mesmo pelo WhatsApp.

A novidade aparece em um layout horizontal acima do Feed de Notícias, de forma bem parecida como já acontece no Instagram. Com a novidade, o ícone do Messenger foi movido da parte superior direito do aplicativo para a parte inferior da tela, dando espaço para um menu que leva até as mensagens efêmeras enviadas diretamente para o usuário.

A versão do Facebook para o Stories também possui filtros e a opção de enviar mensagens especificamente para cada publicação. Outro recurso são as mensagens diretas, que abrem uma nova funcionalidade da rede social batizada de “Direct”. Sendo assim, o usuário pode tirar uma foto e postá-la em modo público ou enviá-la a um contato específico no Stories. Essas mensagens são separadas do Messenger e já funcionam desde o ano passado na Irlanda.

De acordo com a assessoria de imprensa do Facebook, agora, além da Irlanda, Chile, Vietnã, Grécia, Suécia, Noruega, Itália, Hungria, Espanha, Argentina, Malásia e Taiwan também receberam a versão de testes do Stories no aplicativo oficial do Facebook para iOS e Android. A liberação global do recurso segue sem previsão.

Vale lembrar que, há poucos dias, o Facebook lançou o Messenger Day, outro recurso que permite aos usuários postar vídeos e fotos que duram exatas 24 horas.

Do CanalTech

Novo recurso de fotos do Google economiza 75% de seu 3G

Por Talissa Monteiro

O Google anunciou na última sexta (27) a ferramenta RAISR (Rapid and Accurate Image Resolution), uma tecnologia de compreensão de imagem que, ao reduzir o peso de fotos, usa até 75% menos da banda larga de internet, no celular ou em contas fixas. A empresa afirmou que a novidade fará com que o usuário economize 3G/4G, sem sacrificar a qualidade das fotografias.

A tecnologia funciona analisando versões de baixa e alta qualidade da mesma imagem e, assim, identificando o que as diferencia. Segundo o Google, o resultado disso é que a RAISR cria uma espécie de “filtro do Instagram”, enganando o olho humano para que ele acredite que está vendo uma fotografia de alta qualidade.

O sistema, porém, ainda não é para todos e só está disponível na rede social (de não muito sucesso) Google+. Contudo, sabe-se que essa limitação é por ainda estar em testes — logo a novidade deve chegar a outras plataformas, em especial ao Android, o popular sistema operacional da empresa para smartphones e tablets.

WhatsApp deixará de funcionar em alguns aparelhos de celular

Se você tem um celular muito antigo, provavelmente não vai poder utilizar mais o WhatsApp. Desde o começo de 2017, o aplicativo de mensagens deixou de funcionar nos celulares que rodam Android 2.1 ou 2.2, Windows Phone 7 e iPhone 3GS/iOS6.

E a partir de 30 de junho, o WhatsApp deixará de ser viável no Blackberry OS e Blackberry 10, Nokia S40 e Nokia Symbian S60.

“Enquanto olhamos para os próximos anos, queremos focar nossos esforços em plataformas mobile que a vasta maioria dos nossos usuários utiliza”, disse a empresa em nota. “Estas plataformas foram muito importantes na nossa história, mas já não têm a capacidade necessária para expandir as funções do nosso aplicativo no futuro.”

Se as pessoas afetadas quiserem continuar usando o app para se comunicar precisarão comprar um modelo mais atualizado.

Por outro lado, é possível que o aplicativo tenha mais melhorias quantitativas nos próximos anos com as mudanças.

O WhatsApp lembrou que quando surgiu, em 2009, “cerca de 70% dos smartphones vendidos tinham sistemas operacionais do BlackBerry e da Nokia”, mas hoje os sistemas oferecidos por Google, Apple e Microsoft representam 99,5% das vendas do setor.

A maioria dos sistemas operacionais que vai perder o WhatsApp já não é instalada em novos telefones nem atualizada pelas suas companhias.Se você tem um celular bastante antigo, provavelmente não vai poder utilizar mais o WhatsApp. O aplicativo de mensagens deixará de funcionar nos sistemas operacionais de celulares em 2017.

Do UOL

Recursos tecnológicos a favor da medicina

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Um marco dos dois últimos séculos foi, sem dúvidas, o avanço tecnológico. Através dele, a sociedade pôde evoluir em diversos segmentos. Um deles, talvez o mais importante, foi a medicina. Nesse caso, a ciência e a tecnologia se uniram para desenvolver o que há de melhor para os pacientes, com equipamentos e técnicas mais eficientes e eficazes para diagnóstico e tratamento de doenças.

Na área da oftalmologia, por exemplo, um grande marco é a utilização do laser para tratar e sanar problemas oculares. Por se tratar de uma região tão pequena e frágil como o olho, a precisão do laser é a tecnologia responsável por grande parte da evolução da área e auxilia no diagnóstico, tratamento e acompanhamento dos pacientes. Isso permite uma melhor qualidade para eles com consequente melhor recuperação visual, pois o diagnóstico é mais precoce e preciso.

Os portadores de catarata foram alguns dos grandes beneficiados. Um equipamento intitulado femtosegundo LenSx permite que todas as incisões na córnea e a fragmentação do cristalino natural sejam realizadas totalmente a laser. Isso significa que as etapas da cirurgia que antes eram realizadas manualmente pelo cirurgião — com uso de bisturi ou através de aparelhos de ultrassom —, agora são feitas com a precisão desta tecnologia. “O principal diferencial do uso desta técnica é a excelência no processo cirúrgico com notável grau de precisão, maior personalização, mais segurança, com a minimização de possíveis complicações intra e pós-operatórias e maior previsibilidade no posicionamento da lente intraocular, além de maior controle visual pelo médico, com sistema guiado por imagem e visualização 3D”, explica o médico Bernardo Cavalcanti, do Hospital de Olhos de Pernambuco (HOPE).

O laser de femtosegundo LenSx foi desenvolvido especificamente para a cirurgia de catarata e já utilizado em mais de 50.000 procedimentos realizados no mundo, sendo o primeiro a ser aprovado pelo FDA para esta finalidade. Outra tecnologia utilizada na área da oftalmologia é Laser do tipo PASCAL para tratamento de doenças na retina. Este Laser possui uma tecnologia que permite a realização de múltiplos disparos simultâneos de maneira padronizada, possibilitando um tratamento bem mais rápido ao paciente. “Além disso, este novo Laser dói menos do que o anterior, trazendo um maior conforto ao paciente, consequentemente o oftalmologista poderá tratar mais rápido e mais adequadamente os casos necessários”, ressalta Dr. Bernardo Cavalcanti.

O equipamento também possui uma tecnologia que permite realizar a aplicação do Laser mais próxima da mácula, área da retina responsável pela visão central e detalhada. Essa possibilidade permite tratar melhor o edema macular secundário a doenças como a Retinopatia Dibaética e Serosa Central. Diversas doenças na retina se beneficiam dessas tecnologias. A Diabetes é uma delas, sendo uma das principais causas de cegueira irreversível no país e no mundo.

Entre as melhorias alcançadas também está a robótica. A ciência, que deu seus primeiros passos por volta de 1495, quando Leonardo da Vinci esboçou planos para um robô humanoide, progrediu e agora está a serviço da saúde na realização de cirurgias laparoscópicas através do robô Da Vinci. Desenvolvido pela empresa americana Intuitive Surgical, possui braços articulados que, sob o comando do médico responsável, são capazes de executar cirurgias minimamente invasivas com o máximo de precisão e eficácia.

Segundo o urologista Guilherme Maia, do Hospital Santa Joana Recife, a tecnologia já é amplamente utilizada na América do Norte. “Nos Estados Unidos, cerca de 90% das cirurgias de câncer de próstata são realizadas com o Da Vinci. Aqui no Brasil, ele chegou em 2008 em São Paulo, e agora chegará a Pernambuco”, revela o médico, que é um dos pioneiros a realizar cirurgias com o robô na região e um dos incentivadores a trazê-lo para o Estado. Na unidade de saúde, o equipamento será utilizado por uma equipe de médicos coordenada pelo cirurgião Gilberto Pagnossin.

O principal benefício da cirurgia robótica é o fato de que os braços mecânicos da máquina reproduzem os movimentos das mãos do cirurgião com corte mais preciso, sem tremor, com visão tridimensional bastante ampliada, possibilitando mais conforto para os profissionais. “Algumas operações urológicas duram em média três horas. Esse tempo gera um cansaço e desgaste natural na equipe médica. Com o robô, o cirurgião opera sentado. Isso auxilia a técnica e evita possíveis erros ou tremores”, explica. Além disso, graças às pequenas incisões no corpo, o tempo de recuperação no pós-operatório é muito menor.

Macacos transgênicos são usados para combater autismo

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Cientistas na China conseguiram modificar genes de macacos pela primeira vez para poder estudar o comportamento autista em humanos e a transmissão para seus descendentes, segundo um estudo publicado nesta segunda-feira pela revista “Nature”.

Um dos principais desafios na pesquisa dos diferentes espectros de autismo está na falta de modelos animais que possam reproduzir fielmente os sintomas desta condição detectados em pacientes humanos.

Embora nos últimos anos tenham sido alcançado grandes avanços neste campo em experimentos com roedores, não houve até agora modelos de primatas não humanos, os quais refletem com mais precisão doenças neuronais complexas.

Os cientistas da Academia Chinesa de Ciências, com o especialista Zilong Qiu à frente, conseguiram desenvolver um modelo de primatas afetado pela síndrome de duplicação do gene MeCP2, um gene epigenético que controla a atividade de muitos outros genes como se fosse um cadeado.

Esta desordem se apresenta na infância e compartilha alguns dos sintomas principais com alguns espectros do autismo, explicaram os autores do estudo.

Neste sentido, estudaram oito macacos-caranguejeiros (Macaca fascicularis), modificados geneticamente a partir de lentivírus que apresentavam uma superexpressão no cérebro do gene MeCP2, associado ao autismo.

As funções cognitivas destes primatas transgênicos, afirmaram os cientistas, eram relativamente normais, mas foram observadas várias mudanças em seu comportamento.

Entre outros, detectaram nos oito sujeitos um aumento das condutas motoras repetitivas e dos comportamentos relacionados com a ansiedade, ao mesmo tempo em que diminuiu a interação social entre eles.

Além disso, demonstraram a existência de uma transmissão germinal de citado gene aos descendentes de um dos macacos macho, os quais também apresentaram uma deterioração em suas interações sociais quando foram pesquisados como casais.

Os especialistas da Academia Chinesa de Ciências de Pequim puderam assim determinar que tanto os primatas como sua descendência chegaram a apresentar mudanças em seu comportamento, o que demonstra que é possível experimentar com primatas não humanos modificados geneticamente para estudar desordens do desenvolvimento neuronal.

Segundo destacam os autores, este trabalho poderia contribuir ao desenvolvimento de estratégias terapêuticas para tratar os sintomas de algum dos espectros do autismo.

Da EFE

MySelf é o monitor para selfies criado no Brasil

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Por Bárbara Mannara

O MySelf é um acessório especialmente criado para quem aderiu à moda das fotos do tipo selfie. Inventado por brasileiros, ele permite usar a câmera principal do celular – aquela que normalmente tem resolução maior – para fazer o autorretrato e depois publicar em redes sociais, como Facebook e Instagram.

Com design compacto e colorido, o dispositivo só precisa ser encaixado no smartphone para espelhar a imagem, procedimento feito por meio de um aplicativo próprio. O produto, desenvolvido por brasileiros, chega em lojas físicas nacionais a partir de janeiro de 2016, mas já pode ser comprado no site pelo preço sugerido de R$ 39.

Tirar a selfie perfeita sem enxergar o que está fazendo pode ser uma missão difícil e resultar em fotos embaçadas ou com enquadramento errado. Por isso, o pioneiro MySelf é uma solução criativa para os fotógrafos amadores usarem durante as viagens, passeios com amigos ou até para se arriscarem em fotografia profissional.

O equipamento pode ser usado tanto para registrar imagens quanto para fazer vídeos. Ele teve lançamento silutâneo no Brasil, Estados Unidos, Canadá e Japão. Com modelos nas cores preto, vermelho, azul, amarelo, rosa e verde, o dispositivo funciona “acoplado” à tela do celular e transmite a imagem para que o usuário consiga ver o resultado. Além da maior resolução da câmera traseira do celular, outra vantagem é a possibilidade de usar o flash em ambientes mais escuros, ausente na maioria das câmeras frontais.