Mini Cursos gratuitos na Faculdade Senac

O Projeto Interaja já 2017, da Faculdade Senac, disponibiliza ao público uma série de minicursos gratuitos. Os cursos fazem parte do projeto Interaja 2017 e serão realizados pelo Curso Superior de Tecnologia em Eventos da Faculdade Senac. O público-alvo dos cursos são alunos e ex-alunos do curso de Eventos e também a todos os interessados na área, que poderão, além de outras coisas, experimentarem um pouco do que nossa Graduação em Eventos poderá lhe proporcionar como aluno.

Os cursos serão realizados na Faculdade Senac Pernambuco, situada na Av. Visconde de Suassuna, nº 500 – Santo Amaro – Recife/PE.

Para maiores informações ligue: 3413.6655

INSCRIÇÕES ONLINE: http://faculdadesenacpe.edu.br/projeto-interaja-2017-minicursos-gratuitos/

Portal do Derby fechas as portas

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Por Kercio Chuang

Sucumbe mais um estabelecimento comercial diante da crise no Brasil que parece não ter fim.

O Portal do Derby abriu suas portas há 14 anos e empregava 110 funcionários, hoje ao fechar suas portas, com menos da metade de funcionários que tinha antes, 40 empregados entrarão nas estatísticas de desemprego. Era uma opção de lazer da Zona Norte do Recife onde trazia mais vida àquela região do Derby, além de dar oportunidade de trabalho para várias pessoas, principalmente do interior do Estado. Não era assim que o Portal queria terminar, lutou para seguir até onde pôde, porém, com essa política, corrupção, burocracia, legislação que estrangula o empresário, não conseguiu aguentar e a tendencia é que cada vez mais empresas fechem suas portas, cenário fácil de perceber nas ruas do Recife.

É revoltante ver uma luta entre direita e esquerda onde a grande maioria são corruptos e onde o principal problema está nesse sistema apodrecido de governo.

Nesse país ninguém governa pelo bem do povo e progresso da nação e sim pela manutenção do poder e da oportunidade de fazer muito dinheiro fácil ilicitamente.

A realidade da crise bateu a porta, ou pior, fechou o Portal.

Pizzaria Zuppe de volta à capital pernambucana

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Por Augusto Freitas, do DP

Nos anos 80 e 90 uma marca de pizza reinou no Recife e era a preferência de centenas de clientes em um mercado então pouco explorado. Quase duas décadas depois, a Zuppe, que tinha unidades na Rua do Futuro e na Zona Sul e cuja pizza era marcada pelo sabor no típico forno à lenha, está de volta.

A proposta na reabertura é outra, mas os novos sócios, o chef Liberato Pereira e o diretor de franchising Tancrêdo Menezes, prometem que o retorno será digno da tradição da Zuppe. As pizzas continuarão no cardápio, mas corresponderão a apenas 10% das opções de refeições. A dupla investiu R$ 2,4 milhões na recém-inaugurada unidade, localizada na Praça do Entroncamento (em um prédio onde funcionou antigos comitês de campanhas políticas e também a Casa Guido, entre duas farmácias de manipulação e o banco Itaú), com 440 metros quadrados. São 38 empregos diretos gerados e mais de 50 indiretos.

“Pela força, achamos interessante investir em uma marca que sempre esteve viva na memória do Recife. Compramos os direitos dos antigos donos, repaginamos a logomarca e agora estamos oficialmente funcionando”, explicou Tancrêdo Menezes. Sobre o novo formato, o chef Liberato Pereira, que no currículo possui mais de 30 anos em São Paulo trabalhando em restaurantes conhecidos, como La Tamboullie e Gero, e nos grupos Leopoldo e Fasano, além da parceria com chefs como Erick Jacquin, Silvio Lancellotti e Gia Carlo Bolla, explica o retorno. “As pizzas correspondem a apenas 10% do cardápio porque a Zuppe volta com um novo conceito gastronômico, de cozinha clássica italiana com um toque contemporâneo. Até mesmo as pizzas terão sabores diferenciados, requintados”, atesta.

No Recife, assim como no estado de Pernambuco, o mercado de pizzarias é bastante concorrido. Dados da Junta Comercial de Pernambuco (Jucepe), apontam um total de 166 pizzarias “abertas e ativas” somente no Recife. Mas por uma tabela enviada pela própria Junta (com endereços de pizzarias, e considerando que muitos estabelecimentos atuam ainda sem regularização, além das micro e pequenas empresas), a lista é bem maior. Vale lembrar, ainda, que a Jucepe destacou no rol de estabelecimentos empresas que no objeto social do contrato tem a palavra “pizzaria”, podendo incluir pizzarias e também restaurantes e lanchonetes que servem pizzas.

Neste contexto da Jucepe, em virtude dessas considerações dos dados, a Zona Norte da capital pernambucana concentra um número de 169 estabelecimentos, contra 43 na Zona Sul, 44 na Zona Oeste e 22 no Centro, totalizando 278 estabelecimentos comerciais. No entanto, quando a questão envolve as franquias o cenário muda. De acordo com Leonardo Lamartine, diretor-regional da Associação Brasileira de Franchising (ABF) na Região Nordeste, cerca de 100 marcas de pizzas atuam, hoje, em Pernambuco. O mercado, segundo ele, está bastante saturado.

Onde se come mais pizza no Recife?

Sendo assim, é possível afirmar onde se come mais pizzas no Recife? “Cerca de 90% das vendas hoje no mercado de pizzas é fruto do delivery, que é superior às lojas físicas. Pernambuco é líder no número de franquias no Nordeste. Não dá para dizer onde se come mais pizzas no Recife, embora a Zona Sul talvez se sobressaia um pouco no consumo”, pontuou Lamartine. Segundo a ABF, Pernambuco cresceu 5,8% entre os anos de 2014 e 2015 quanto ao faturamento de “bares, restaurantes, padarias e pizzarias”, saltando de R$ 845 milhões para R$ 894 milhões. “O mercado cresce por que pizzas fazem parte do cardápio de refeições das pessoas, mas para implantar uma pizzaria o valor de vendas tem que ser viável para sustentar o negócio”, destaca Lamartine.

É neste contexto, inclusive, que a Zuppe em sua volta ao mercado está focando: franquias. Segundo Tancrêdo Menezes, a nova unidade terá um centro de treinamento específico para quem deseja se tornar um franqueador da marca. “A abertura da unidade também servirá de piloto para definirmos a expansão através de franquias. Nos próximos dois anos, também vamos focar em shoppings centers, mas fora de praças de alimentação”, ressaltou. Segundo ele, há três opções de franquias: a la carte, com espaço entre 300 e 400 metros quadrados e investimento de R$ 700 mil a R$ 800 mil, outro com dimensões entre 100 e 150 metros quadrados (incluindo delivery) e recursos de R$ 400 mil a R$ 500 mil, e mais uma, com 90 metros quadrados a partir de R$ 30 mil.

Para Valter Jarocki, diretor-executivo da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes de Pernambuco (Abrasel-PE), a tendência é de crescimento do setor de pizzarias no estado nos próximos anos. A associação possui apenas 30 estabelecimentos associados, um número bem abaixo do total de estabelecimentos sugeridos pelo órgão na Região Metropolitana do Recife (RMR), de cerca de 5,2 mil no setor específico de alimentação (confira mapa interativo).

“O setor de um modo geral, incluindo as franquias, cresce a cada ano por que pizza é um produto forte no cardápio. Não temos pesquisa apontando onde se come mais pizzas no Recife, até por que teríamos de filtrar os estabelecimentos comerciais e as lojas delivery. Mas é um produto com amplo crescimento no consumo, tanto que redes internacionais chegaram com muita força e outras novas estão voltando”, completou.

Foto: Augusto Freitas/DP

Casarão-Museu da Rua da Soledade é recuperado para abrigar café, bar e galeria de arte

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Um casarão de 1913, começa a renascer no início da Rua da Soledade (nº 35), no bairro do mesmo nome. A velha “Villa Ritinha”, que foi de residência de barões a rendez vouz, passa por processo de restauração para abrigar café, bar e uma galeria de arte.

Arte, aliás, é o que não falta na fachada, no interior do imóvel, nos jardins, no quintal. Em diversos cômodos, pinturas escondidas sob diversas camadas de tinta vão sendo descobertas. O mesmo se observa no teto. Nos beirais, portas e janelas elementos decorativos resistem ao tempo.

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Se plenamente recuperada, a Villa Ritinha há se tornar um “casarão-museu” privado dos mais valorosos do Recife. Nele poderá ser visto o fausto com que os abastados de antigamente ambientavam suas moradias.

A iniciativa de ressuscitar a Villa Ritinha é de um alemão que adquiriu a construção e vem se esmerando para recuperá-la. Nas declarações dele observam-se a paixão pela história do imóvel e os planos para transformá-lo num lugar de beleza e poesia. Segundo ele, o café, a primeira “operação” a funcionar, deve entrar em atividade dentro de poucos dias.

É importante salientar que o projeto do empreendedor germânico surge no momento em que um trecho precioso do centro começa a ser reocupado por bares (Pátio de Santa Cruz e Rua Visconde Goiana), ateliês de pintura e antiquários (Rua da Glória).

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Que a Vila Ritinha (o nome original será mantido) ressurja com nova vida, mas sem esquecer a memória.

A Soledade, a Boa Vista e o Centro do Recife merecem. E, oxalá, o poder público comece a respeitar a história dessa região e dê a ela um destino que não sejam os espigões das construtoras que bancam campanhas de prefeito e vereadores.

(Com informações do Antes Que Suma)

O fenômeno Larissa Manoela lota o Teatro Guararapes

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Por Gabriel Diniz

Num Teatro Guararapes lotado, a musa teen Larissa Manoela foi recebida com êxtase, emoção e muitas fotos, pelo público recifense. Foi assim em cada uma das apresentações da atriz da novela Carrossel e, agora, de Cúmplices de um Resgate, exibidas pelo SBT.

Ao subir no palco para cantar sem acompanhamento de banda, apenas com a presença de dançarinos, ao som de um play-back, a artista interpretou sucessos como Pra Ver Se Cola, Cúmplices de um Resgate e Fugir Agora. Neste último, a platéia, em delírio, chegou a cantar à capela, quando o som apresentou problemas.

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Com um repertório de 13 canções e algumas pausas para avisos e trocas de roupas, a pop star juvenil deixou o público extasiado. Devido à grande procura por ingressos, Larissa Manoela fez uma sessão extra, às 19 horas.

Vendedor de água mineral da Av. Agamenon Magalhães flagrado abastecendo garrafas com líquido de balde

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Por Gabriel Diniz

A foto de um vendedor de água mineral, daqueles que ficam nos sinais da Av. Agamenon Magalhães, no Recife, vem causando revolta nas redes sociais. A imagem mostra ele abastecendo as garrafas de água mineral, que serão vendidas, com líquido coletado de um balde.

O consumo de água contaminada, imprópria para o consumo pode causar doenças como diarreia, febre tifoide, hepatite A, infecção intestinal causada por E. Coli, leptospirose, salmonela e outras doenças como cólera, rotavírus ou noravírus.

A orientação dos órgãos de defesa do consumidor e da Secretaria de Saúde do Recife é de que o consumidor só consuma produtos com procedência garantida.