Em menos de um mês, Prefeitura faz o mesmo serviço 3 vezes, na Av. Caxangá

A leitora Maria Antônia Salazar questiona da Prefeitura do Recife o porque do serviço de sinalização horizontal da Av. Caxangá ter sido feito 03 (três) vezes em menos de um mês.

Segundo ela, primeiro fizeram a pintura demarcando as faixas de pedestre e delimitadoras de espaço (centrais e laterais). Com menos de 15 dias, cobriram as faixas delimitadoras centrais com tinta preta.

Semana passada, pintaram tudo de novo de branco, por cima da pintura preta. Ou seja, o mesmo serviço sendo executado 03 vezes. Quem paga por isso? Indaga a internauta, que ainda denuncia a má qualidade da obra: “em menos de um mês, a pintura já está se apagando”.

Internauta reclama de venda casada na STR Ar Condicionado

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Por Gabriel Diniz

O internauta Tiago Pacheco de Moura envia reclamação à coluna contra a loja STR Ar Condicionado, localizada à Rua Desembargador João Paes, 232 – Boa Viagem, Zona Sul do Recife.

Em 23 de junho de 2015, ele adquiriu um aparelho da marca Midea neste estabelecimento. A ele, fora o prazo normal da garantia de 01 ano, foi oferecido um acréscimo de mais outro, por uma suposta garantia estendida, paga no ato da compra.

Ainda no prazo da garantia normal, o aparelho adquirido apresentou problemas. Ao procurar o estabelecimento para efetuar o conserto, ele descobriu que as garantias só têm valor caso a instalação seja feita através de um profissional da empresa, ou seja, ele teria que adquirir o produto e ainda, a instalação, por fora, para obter as garantias de 01 ano e estendida, de mais outro ano, o que configura um caso típico de venda casada.

“Revoltante! Em quase tudo no Brasil, a má fé está incutida nas entrelinhas. Vou colocar na justiça, certamente, para que todos possam saber quem é a MIDEA e a STR AR”, desabafa Tiago.

O protocolo de reclamação feito na Midea é o de nº 1002366224.

No rodízio do Boizzão da Av. Caxangá, cliente passa 40 minutos sem ver ‘a cor da carne’

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Por Cecília Lima

O que tinha tudo para ser uma sexta-feira tranquila, aproveitando a noite para conhecer um restaurante que ainda não havia ido, transformou-se em frustração no momento que escolhi o Boizzão Churrascaria, localizado na Avenida Caxangá, no bairro da Iputinga, Zona Oeste do Recife.

Cheguei por volta das 21h. A casa estava cheia. havia uma confraternização no salão que fora dividido em dois. No lado de lá (evento), um DJ tocava funk no último volume. No lado de cá, clientes tentavam conversar falando alto, pois o som da música (de péssimo gosto) os impedia de falar num tom mais moderado.  O barulho era insuportável.

De pronto, estranhei o fato de não ter ninguém à porta para receber os clientes. Fui entrando, até que um senhor perguntou para quantas pessoas seria a mesa. Como éramos um casal, ele nos conduziu a uma mesa para dois.

Logo apareceu um garçom, para saber se o rodízio era de carne ou de pizza, e tomar nota do pedido de bebidas, que chegaram em seguida.

Feito isso, começamos a esperar as carnes em nossa mesa. Mas, por incrível que pareça, após 40 minutos, sem ver ‘a cor de uma carne’, chamamos o gerente, fizemos a reclamação e pedimos a conta (dos dois refrigerantes).

Pensamos que ele ia pedir desculpas pelo ocorrido e tentar solucionar o problema, mas não o fez. Informou apenas que cada refrigerante em lata custava R$ 6,90 (pasmem!) e que a conta teria dado R$ 13,80.

Pagamos e fomos embora, na certeza de que, naquele local, nunca mais voltaremos.